A Smartfit, rede de academias, considera uma “superdemanda” pelas ações que serão oferecidas ao mercado em sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), de acordo com o Estadão.
Segundo o jornal, existe demanda suficiente parar cobrir em 15 vezes o volume de ativos ofertados, o equivalente a aproximadamente R$ 30 bilhões.
O IPO pode movimentar até R$ 2,5 bilhões, considerando o topo da faixa indicativa, de R$ 25, e a venda da quantidade inicial de 100 milhões de ações, não levando em conta os lotes adicional e suplementar.
Conforme a reportagem, o bom humor dos investidores pode ser explicado por dois motivos.
O primeiro é a empresa ser uma das maiores redes de academia do Brasil, com expansão pela América Latina, sem concorrência direta na Bolsa.
O outro é o grande potencial da companhia para retomar os lucros com o avanço da vacinação contra a covid-19.
Vale destacar que a operação já conta com investidores de peso mesmo antes de sua estreia, como a gestora Dynamo, que já é acionista da maior rede de academias e pretende aumentar sua fatia, o Canada Pension Plan Investment Board (CPP) e a Novastar, afiliada do GIC Special Investments.
A fixação do preço por ação ocorrerá no dia 12 de julho, após o encerramento do procedimento de bookbuilding.
Já os papéis devem estrear na Bolsa de Valores de São Paulo em 14 de julho, sob o ticker de negociação SMFT3.
Foto: Smart Fit/Divulgação