Os pedidos de seguro-desemprego dos Estados Unidos caíram pela quarta semana consecutiva, desta vez em 38 mil solicitações, totalizando 406 mil pedidos na semana encerrada em 22 de maio. Os dados divulgados nesta quinta-feira, 27, são do Departamento de Trabalho do país.
A estimativa dos economistas ouvidos pela Bloomberg era de 425 mil pedidos para o período, de modo que os números vieram abaixo do esperado novamente.
À medida que mais americanos são vacinados – até quarta-feira, 26, 49,36% da população estava vacinada contra Covid-19 – e as empresas reabrem, o indicador cai cada vez mais.
Enquanto isso, os dados da semana anterior não passaram por revisão, permanecendo em 444 mil, com os estados de Washington, Nova Jersey e Flórida liderando as maiores quedas do período.
As solicitações permanecem bem acima da faixa de 200 mil a 250 mil considerada consistente com um mercado de trabalho saudável, entretanto elas recuaram de um recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020 para menos de 500 mil agora.
No início de maio, quase 16 milhões de americanos continuavam a reivindicar benefícios por meio de todos os programas de desemprego, incluindo programas especiais destinados a apoiar os trabalhadores durante a pandemia.
Algumas empresas e legisladores republicanos expressaram recentemente a preocupação de que um desses programas – que fornece aos beneficiários um suplemento federal de US$ 300 – possa estar restringindo a capacidade dos empregadores de contratar trabalhadores.
Com isso, mais de três quartos dos estados liderados pelos republicanos planejam encerrar antecipadamente o subsídio de US$ 300, conforme as reivindicações de auxílio-desemprego atinjam seus menores níveis na pandemia.