Genial prevê PIB menor e inflação e juros maiores ao final de 2021

Gestora estima que o PIB do país cresça 5% este ano e 0,6% em 2022

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À medida que o ano se aproxima do final, muitas gestoras e bancos vêm revisando suas projeções econômicas para Brasil para este ano e 2022. Depois do Itaú, foi a vez da Genial divulgar suas estimativas. 

Os analistas da instituição diminuíram a previsão de crescimento da economia brasileira em 2021, medido pelo Produto Interno Bruto (PIB), de 5,4% para 5,0%.  

Para o próximo ano, espera-se que o PIB avance 0,6%, diante da taxa de juros mais alta – que tende a limitar ou reprimir a atividade econômica – e de um cenário externo conturbado, que inclui desaceleração do ritmo de crescimento da China e elevação dos juros nos Estados Unidos para conter a inflação local. 

A Genial, porém, revisou para baixo suas estimativas para a taxa de desemprego em 2021, de 12,5% para 12,1%, em vista de “surpresas positivas no mercado de trabalho”. 

Para a inflação, a equipe de analistas espera que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) chegue a 10,1% ao final de 2021 – de 8,5% na projeção anterior – e 5,3% ao final de 2022 – de 4,1% na estimativa passada.  

Em ambos os intervalos, o aumento nos preços encerraria bem acima da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3,75% para este ano e de 3,50% para o ano que vem, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos em ambos os casos. 

O aumento nas expectativas de inflação levou a Genial a elevar também a projeção para a taxa básica de juros, a Selic. A estimativa para este ano subiu de 8,25% para 9,25%, com o fim do ciclo de alta de 12% esperado para maio de 2022.  

“Avaliamos que a taxa Selic pode ser reduzida conforme a taxa de inflação for desacelerando. Caso contrário, poderemos ter um juro real extremamente elevado”, disse a gestora em relatório. 

Já para o câmbio de final de período, as projeções foram revisadas para cima, de R$ 5,00 tanto em 2021 quanto em 2022 para R$ 5,40 e R$ 5,50, respectivamente.  

Segundo a análise, o risco fiscal brasileiro só aumentou com as alterações no Teto de Gastos propostas na PEC dos Precatórios, o que levou a uma forte perda de credibilidade do regime fiscal, e com o cenário político conturbado.  

“Avaliamos haver pouco espaço para valorização do real no curto prazo, diante da perda e credibilidade com a ruptura do teto de gastos”, destacou. 

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