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Volume de serviços cresce 1,1% em julho e atinge maior nível em cinco anos

Volume de serviços cresce 1,1% em julho e atinge maior nível em cinco anos

Já em relação ao mesmo período do ano passado, o setor expandiu 17,8% – a quinta taxa positiva consecutiva

Serviços - Bimo Luki/Unsplash

Foto: Bimo Luki/Unsplash

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O volume de serviços subiu 1,1% na passagem de junho para julho deste ano, sendo a quarta taxa positiva seguida, com acúmulo de 5,8% no período. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dessa forma, o setor está 3,9% acima do nível pré-pandemia, em fevereiro de 2020, e também alcançou o patamar mais elevado desde março de 2016. Contudo, esmo com o avanço, o setor ainda está 7,7% abaixo do recorde histórico, registrado em novembro de 2014.

Já em relação ao mesmo período do ano passado, o setor expandiu 17,8% – a quinta taxa positiva consecutiva, como aponta o IBGE. No acumulado do ano, a taxa cresceu 10,7% frente a julho de 2020.

O resultado veio praticamente em linha com o esperado pelos analistas do mercado financeiro. Segundo o consenso da Refinitiv, a projeção era de que o volume de serviços apresentasse alta mensal de 1% e de 18% na base anual.

Atividades

De acordo com o IBGE, o resultado do setor em julho foi puxado por apenas duas das cinco atividades pesquisadas. Em especial, pelos serviços prestados às famílias (3,8%), que acumulam ganho de 38,4% entre abril e julho.

Já os serviços profissionais, administrativos e complementares avançaram 0,6%, com crescimento de 4,3% nos últimos três meses, e superaram, pela primeira vez, o patamar pré-pandemia, ficando 0,5% acima de fevereiro de 2020.

“Essas duas atividades são justamente aquelas que mais perderam nos meses mais agudos da pandemia. São as atividades com serviços de caráter presencial que vêm, paulatinamente, com a flexibilização e o avanço da vacinação, tentando recuperar a perda ocasionada entre março e maio do ano passado”, explica o analista da pesquisa, Rodrigo Lobo.

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