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Aneel aprova reajustes da Energisa, Equatorial e Neoenergia

Aneel aprova reajustes da Energisa, Equatorial e Neoenergia

Na última terça-feira, a agência reguladora aprovou os reajustes tarifários para as companhias

Energia Pixabay

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a quinta revisão tarifária periódica da Energisa Paraíba, controlada da Energisa, com efeito médio total de 7,08%.

Os consumidores de baixa tensão terão uma revisão de 6,53%, enquanto os de alta e média tensão de 9,09%.

Segundo o comunicado ao mercado da companhia elétrica, o reajuste será aplicado a partir de sábado, dia 28 de agosto.

Equatorial

Na mesma linha, a Aneel também aprovou o resultado definitivo da 5ª revisão tarifária periódica da Equatorial Maranhão, que também vai ser aplicada a partir do próximo sábado.

“Considerando-se os componentes financeiros incluídos nas tarifas da companhia, o efeito médio a ser percebido pelo consumidor neste processo tarifário será de 2,79%”, disse a empresa em nota.

De acordo com a Equatorial, a base de remuneração líquida totalizou R$ 4,366 bilhões, com base em valores de agosto deste ano.

Quanto às perdas regulatórias reconhecidas na tarifa da companhia, a Aneel aprovou o percentual de 10,81% para o índice de perdas técnicas sobre energia injetada, e 9,51% para as perdas não técnicas sobre mercado de baixa tensão, sem trajetória, ou seja, permanecendo estáveis durante o ciclo.

Já para os indicadores de qualidade referentes ao ano que vem, ficaram aprovadas as metas regulatórias de 15,44 horas e 9,33 vezes para DEC e FEC, respectivamente.

Neoenergia

Por sua vez, a Neoenergia informou que a agência reguladora aprovou o reajuste tarifário médio de 11,49% da Elektro Redes, a partir de sexta-feira (27).

Dessa forma, os consumidores de baixa tensão serão revisados em 12,89% e os de alta e média tensão em 8,84%.

“O uso dos créditos tributários referentes à exclusão do ICMS da base do PIS e Cofins e a antecipação da reversão para modicidade tarifária das receitas de ultrapassagem de demanda e excedente reativo constituídas até julho de 2021 contribuíram para redução do efeito médio para o consumidor”, destacou a Neoenergia em nota.

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