Tesouro Direto reduz custo de Spread

Equipe TradeMap

Equipe TradeMap

Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no email
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp

O Tesouro Direto, programa de venda de títulos públicos do Tesouro Nacional, alterou em abril os custos do Tesouro Selic, um dos investimentos mais conservadores. A diferença do preço de compra e venda do papel, chamado de “spread”, caiu de 0,04% para 0,01% ao ano. Dessa forma, o produto ficou mais atrativo e vantajoso do que a poupança.





No jornal Folha de S.Paulo, o gerente de relacionamento institucional do Tesouro Direto, Paulo Marques, afirma que essa diferença ajuda evitar prejuízos aos investidores e também ao governo por possíveis oscilações por taxas de juros.

O Tesouro Selic 2025 é uma alternativa para quem aplica em investimentos de curto prazo, por ter liquidez e melhor remuneração ante a poupança, de acordo com o portal de notícias G1.





O investidor recebe a variação da taxa Selic – taxa básica de juros –, atualmente em 6,5% ao ano, mantida desde março de 2018, segundo informações do Banco Central.

Leia também:   Desistências de IPO já somam 31 casos em 2021

Por que a mudança?

Para os investidores o papel não era rentável quando havia resgate em até seis meses, já que o valor de venda é menor em comparação à compra do título.





Acontece que quem resgatava o papel durante esse período registrava perda, já que a caderneta de poupança não cobra nenhuma taxa.

Por isso, por meio de uma nota, o Tesouro Direto divulgou a mudança na taxa:

“Essa alteração é parte do contínuo processo de aprimoramentos no Tesouro Direto e
terá como resultado a redução dos custos de aplicação para o investidor e, consequentemente, o aumento de sua rentabilidade líquida”.



Qual rende mais?

Segundo matéria publicada no jornal O Estado de S.Paulo, no caderno de Economia e Negócios, a poupança rende 70% da taxa Selic, mas não há custo, diferente do título público, que é tributado pela tabela de Imposto de Renda (IR), ou seja, o lucro é taxado pela alíquota de 22,5% durante os seis primeiros meses de aplicação.

Leia também:   Vale abre vantagem como a empresa mais valiosa da B3 e da América Latina

Além do mais, a Bolsa de Valores de São Paulo cobra uma taxa de custódia de 0,25% ao
ano sobre o investimento.

No entanto, especialistas afirmam que o título público ainda é mais rentável do que a caderneta de poupança, que só é remunerada uma vez ao mês, na data do aniversário. Enquanto o Tesouro Selic rende 100% da taxa básica de juros.

Veja o exemplo no gráfico abaixo:

Marcos Piellusch (Estadão)

Compartilhe:

Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no email
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp