Natura, Brava, Embraer, BrasilAgro e mais ações para acompanhar hoje
O radar corporativo desta sexta-feira (4) tem como destaque o recebimento de novos pedidos pela Embraer (EMBJ3). Além disso, a Brava Energia (BRAV3) registrou baixa de 1,2% na produção de agosto.
Já a BrasilAgro (AGRO3) tem prejuízo de R$ 13,9 mi no 4T 25/26, ante lucro de R$ 61,3 mi em 24/25.
Cosan (CSAN3), Rumo (RAIL3) e Comgás dizem não ter sido notificadas sobre investigação do MP-SP.
Confira mais destaques:
Embraer (EMBJ3)
A Embraer (EMBJ3) anunciou nesta quinta-feira (3) a venda de oito aeronaves E190-E2 para a companhia aérea japonesa ANA Holdings.
O acordo amplia o contrato original, de 2025, para a aquisição de 15 E190-E2, elevando o total de pedidos firmes da companhia aérea para 23 aeronaves.
Cosan (CSAN3), Rumo (RAIL3) e Comgás
A Cosan (CSAN3), Rumo (RAIL3) e Comgás afirmaram nesta quinta-feira (4) que não foram notificadas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) ou por outras autoridades sobre a investigação envolvendo suposta liberação irregular de créditos tributários de ICMS na Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).
BrasilAgro (AGRO3)
A BrasilAgro (AGRO3) registrou prejuízo líquido total de R$ 13,9 milhões no quarto trimestre do ano-safra 2025/26, encerrado em 30 de junho, ante lucro de R$ 61,3 milhões em igual período do ciclo anterior. A receita líquida total caiu 20%, para R$ 289,5 milhões, enquanto o Ebitda ajustado operacional avançou para R$ 56,6 milhões, ante resultado negativo de R$ 111 mil na temporada anterior. O Ebitda ajustado total, por sua vez, recuou 21%, para R$ 56,6 milhões.
Pague Menos (PGMN3)
O Morgan Stanley reduziu sua participação acionária na Pague Menos para menos de 5% das ações ordinárias da companhia em 3 de setembro de 2026.
Oi
A Anatel aprovou previamente a venda da Oi Serviços Telefônicos para a Método Telecomunicações, condicionada ao cumprimento de exigências regulatórias. A conclusão da operação ainda depende da aprovação do Cade e de outras condições previstas no contrato.
Natura (NATU3)
A Fitch Ratings atribuiu o rating nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ à proposta de 14ª emissão de debêntures da Natura (NATU3), em série única de até R$ 700 milhões e com vencimento em 2031, cujos recursos serão destinados ao refinanciamento de dívidas. A classificação reflete a forte posição de mercado e reputação das marcas da companhia no setor de higiene e cosméticos na América Latina, além de uma estrutura de capital adequada.



















