Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quarta
Ibovespa hoje
- Novos ataques entre EUA e Irã afetam mercados; Quaest divulga nova pesquisa eleitoral.
- Durigan: É preciso fazer mais ajuste fiscal, trajetória tem gradualidade.
- Fim da escala 6×1: comissão do Senado analisa hoje a proposta.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
update 9h04Ibovespa futuro abre em alta de 0,08%, cotado aos 182.500 pontos
update 9h03Dólar comercial abre em alta de 0,05%, cotado a R$ 5,158 na compra e a R$ 5,159 na venda
update 9h03Mini-índice com vencimento em outubro de 2026 (WINV26) abre dia com alta de 0,14%, aos 182.655 pontos
update 9h01Minidólar com vencimento em outubro (WDOV26) começa com alta de 0,05%, cotado a 5.189,00
update 9h01Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 0,90%, aos 399.120,00
update 9h01Dólar futuro abre em baixa de 0,07%, cotado aos 5.184,50 pontos
update 8h59Setor de carne do Brasil segue trabalhando para reabilitar exportações à UE, diz Abiec
A indústria de carne bovina do Brasil continua trabalhando para reincluir o Brasil entre os países aptos a exportar o produto para a União Europeia, depois de garantias oficiais do Ministério da Agricultura já terem sido apresentadas, disse a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) nesta quarta-feira. A UE confirmou na véspera que suspenderá as importações de carnes do Brasil a partir de 3 de setembro, citando que o país não conseguiu garantir o cumprimento de suas normas sobre o uso de substâncias antimicrobianas. A retirada do Brasil da lista de países aptos a exportar determinados produtos de origem animal para o bloco foi divulgada inicialmente em maio. Segundo a Abiec, já está em execução pela cadeia de carne bovina brasileira um protocolo privado de controle sobre o uso de antimicrobianos, que foi desenvolvido em parceria com outras entidades.
update 8h55Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
update 8h52Relatora diz que há acordo com governo e MP das blusinhas deve ser votada nesta 4ª
Um dos maiores pontos de impasse, a exclusividade dos Correios nas entregas internacionais, não foi incluído no relatório final.
update 8h46Presidente chinês pede que se rejeite “interferência externa” no Oriente Médio
O presidente da China, Xi Jinping, pediu nesta quarta-feira que se rejeite a “interferência externa” no Oriente Médio e afirmou que as potências externas deveriam abandonar os dois pesos e duas medidas na região, segundo reportagem da agência de notícias estatal chinesa Xinhua. Xi fez essas declarações durante conversas com o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi, no Cairo, de acordo com a Xinhua.
update 8h44CME/FedWatch: 68% do mercado prevê alta dos juros nos EUA para setembro
16/0928/104,00%-4,25%–21,1%3,75%-4,00%68%56,8%3,75%-3,50%32%22,1%update 8h40
Gafisa (GFSA3) planeja grupamento de ações até fevereiro de 2027
O cronograma preliminar prevê a aprovação da proposta pelo conselho e a convocação da AGE na segunda quinzena de novembro de 2026.
update 8h38BC sinaliza medidas de capital conforme crédito ao consumidor impulsiona dívida
O Banco Central informou nesta quarta-feira que as medidas em preparação em resposta à elevada participação das modalidades de crédito mais onerosas na composição da dívida das famílias visam garantir o reconhecimento tempestivo dos riscos. Na ata da última reunião do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), o BC afirmou que as medidas também têm como objetivo promover “o acúmulo gradual de capital e condições mais sustentáveis de oferta de crédito aos tomadores”. Autoridades BC já haviam apontado os saldos rotativos de cartões de crédito e os empréstimos pessoais sem garantia como áreas de preocupação. A Reuters informou na semana passada que o BC está estudando uma série de medidas para conter o endividamento da população, mas planeja primeiro implementar limites para os bancos antes de se debruçar sobre um eventual teto para o comprometimento de renda das famílias com o pagamento de dívidas, disseram duas fontes com conhecimento do assunto. O aumento da alavancagem dos consumidores ressalta as crescentes pressões sobre as finanças das famílias, apesar da elevação da renda e do desemprego historicamente baixo, reforçando as preocupações de que anos de rápida expansão do crédito e custos elevados de empréstimos estejam corroendo o poder de compra dos consumidores. (Reuters)
update 8h35Liquidação de títulos se intensifica com temores sobre preços do petróleo e dívida
Os títulos globais continuavam em queda nesta quarta-feira, levando os custos dos empréstimos a máximas em várias décadas uma vez que o conflito no Oriente Médio eleva os preços da energia e agrava as preocupações com a inflação, somadas às inquietações com o aumento vertiginoso da dívida pública. Os rendimentos dos títulos soberanos são um ponto de referência para os preços dos ativos nos mercados financeiros, e o aumento do custo do dinheiro significa taxas de hipotecas mais altas para os consumidores e escolhas difíceis para os gastos públicos, à medida que os custos de financiamento sobem. O rendimento do Treasury de 10 anos — que define o tom para os custos de financiamento em toda a economia mundial — atingiu o maior nível em três anos. Ele está se aproximando da marca de 5%, o que pode desestabilizar os mercados acionários, já bastante nervosos. (Reuters)
update 8h33Daniella: Plano de Flávio se compromete em cortar privilégios e conter despesas
Segundo ela, o brasileiro está diante de duas escolhas muito claras nestas eleições e o atual governo não consegue passar credibilidade ao mercado financeir.
update 8h30No Japão, integrante do BoJ defende necessidade de aumentos flexíveis das taxas de juros
Membro do conselho de política monetária do Banco do Japão (BoJ) Hajime Takata defendeu uma abordagem flexível para o aumento das taxas de juros, afirmando que a meta de inflação foi praticamente atingida e que o risco de superaquecimento dos preços está aumentando. Em um discurso para líderes empresariais nesta quarta-feira, 2, ele disse que este ano representa uma “mudança de regime”, na qual os aumentos das taxas não são realizados em um ritmo fixo, mas sim “conduzidos de maneira ágil e dependente de dados, em resposta ao ambiente econômico e de preços doméstico, refletindo particularmente as tendências externas”. Takata, considerado um dos membros mais favoráveis a uma política monetária mais restritiva, propôs elevar a taxa básica de juros para 1,25% na reunião de julho. A proposta foi rejeitada por 8 votos a 1, mantendo a taxa em 1%, patamar em que se encontra desde junho. (Estadão Conteúdo)
update 8h29Durigan: É preciso fazer mais ajuste fiscal, trajetória tem gradualidade
Ele defendeu que a equipe econômica está trabalhando com equilíbrio.
update 8h25Fim da escala 6×1: comissão do Senado analisa hoje a proposta; veja o que diz o texto
Projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputado e aguarda análise pelos senadores.
update 8h22Autoridades do Japão prometem monitorar iene em meio ao aumento do temor com a inflação
Autoridades financeiras do Japão se comprometeram a monitorar de perto o iene, afirmando que a estabilidade do mercado cambial é crucial tanto para a inflação do país quanto para a economia global. A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, disse que uma intervenção cambial coordenada “ajuda a sustentar a estabilidade dos mercados e das economias globais”, após a reunião de autoridades financeiras do G20. No encontro, Katayama afirmou ter explicado as ações do governo japonês no mercado de câmbio – realizadas em coordenação com os EUA – e que nenhum dos chefes financeiros globais manifestou discordância. O presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, destacou que os indicadores econômicos recentes estão alinhados com as projeções do banco central, reiterando sua posição de considerar novos aumentos nas taxas de juros com base nas condições econômicas, de preços e financeiras. Ele mencionou que, com a inflação subjacente do Japão próxima da meta de 2% do BoJ, o banco deve ser mais cauteloso quanto à possibilidade de a inflação superar a meta. (Estadão Conteúdo)
update 8h18Fazenda recusa reunião com DF sobre empréstimo para salvar BRB
Governadora Celina Leão havia solicitado encontro com Durigan para dar continuidade às tratativas da estruturação da operação de crédito.
update 8h15Durigan diz que debate sobre Previdência precisa considerar questão da desigualdade
Indagado sobre uma eventual nova reforma da Previdência, o porta-voz econômico da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, 1º, que o debate sobre assunto precisa contemplar a questão da desigualdade. “O presidente Lula mandou uma revisão da aposentadoria de militar. Quer dizer, não dá para a população estar se aposentando com 70, 65 anos, em média, e o militar estar se aposentando com 45, 46 anos, como acontece muitas vezes. Tem que fazer um ajuste nisso, não estamos querendo muito, é preciso aumentar um pouco essa idade”, disse o ministro da Fazenda, durante debate sobre economia na GloboNews com assessores das campanhas presidenciais. “Qual é a nossa posição? Nós temos que ter a desigualdade do País muito clara para a discussão de Previdência. Não dá para pegar uma pessoa que mora na periferia e falar que ela vai se aposentar com a mesma idade e com as mesmas condições de alguém que mora no centro de uma capital. Trazendo esse debate, a gente precisa encarar o debate da Previdência nos próximos anos”, afirmou Durigan. (Estadão Conteúdo)
update 8h12Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
Os preços do petróleo operam perto da estabilidade, com o aumento das tensões no Oriente Médio após os EUA realizarem sua mais recente rodada de ataques contra o Irã, enquanto Teerã teria retaliado contra os aliados regionais de Washington. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com o aumento dos custos do carvão metalúrgico pressionando as margens das siderúrgicas e o crescimento dos estoques portuários evidenciando a ampla oferta.
- Petróleo WTI, +0,10%, a US$ 90,32 o barril
- Petróleo Brent, +0,43%, a US$ 95,06 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,11%, a 714,00 iuanes (US$ 106,24)
Mercados da Ásia encerram dia com fortes baixas
Os mercados acionários da Ásia-Pacífico fecharam em forte baixa, pressionados pelo aumento das tensões no Oriente Médio e pelo impacto da alta do petróleo sobre as perspectivas de inflação. O movimento também foi acompanhado por uma forte alta dos rendimentos dos títulos públicos, aumentando a cautela dos investidores. No Japão, o Nikkei 225 caiu 2,85%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 4%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 perdeu 0,97%, e o CSI 300, que reúne as principais ações negociadas em Xangai e Shenzhen, fechou em baixa de 1,38%.
- Shanghai SE (China), -0,97%
- Nikkei (Japão): -2,85%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,07%
- Nifty 50 (Índia): -0,78%
- ASX 200 (Austrália): -0,97%
Bolsas da Europa recuam com tensões renovadas no Oriente Médio
As ações europeias caíram para o menor nível em um mês nesta quarta-feira, pressionadas por uma queda no mercado global de títulos já que as tensões crescentes no Oriente Médio alimentavam preocupações com a inflação devido aos preços da energia. A Europa é vista como especialmente vulnerável ao conflito que já dura meses, dada sua dependência das importações de energia, mas os sólidos resultados financeiros durante a última temporada de divulgação de balanços foram um alívio para os investidores e amorteceram parte das perdas do STOXX, diante de sinais de que as empresas estavam se saindo melhor do que o esperado.
- STOXX 600: -0,71%
- DAX (Alemanha): -0,88%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,65%
- CAC 40 (França): -0,71%
- FTSE MIB (Itália): -0,49%
EUA: índices futuros recuam juntos
Os índices futuros de Nova York operam em baixa nesta quarta-feira (2), enquanto investidores monitoram a alta do petróleo e seus impactos sobre a inflação e os juros. O petróleo Brent subiu pelo terceiro dia consecutivo, chegando a cerca de US$ 95 o barril, atingindo brevemente o nível mais alto desde julho, em meio à escalada acentuada do conflito entre os EUA e o Irã . No radar do mercado estão os dados de emprego privado da ADP referentes a agosto, além dos lucros da indústria e do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).
- Dow Jones Futuro: -0,15%
- S&P 500 Futuro: -0,27%
- Nasdaq Futuro: -0,56%
Abertura de mercados
Novos ataques aéreos dos Estados Unidos contra o Irã levaram os preços do petróleo aos níveis mais altos em cinco semanas nesta quarta-feira, dia em que o mercado nacional acompanha nova pesquisa eleitoral. A alta do petróleo alimenta preocupações com a inflação e prolonga a liquidação nos mercados globais de títulos nesta sessão. Os EUA atingiram alvos militares iranianos nas proximidades do Estreito de Ormuz, enquanto Teerã afirmou ter atacado ativos norte-americanos em toda a região, no que foi a troca de ataques mais significativa das últimas semanas. A escalada da tensão no Oriente Médio e as vendas de títulos deram a setembro um início turbulento, aumentando a pressão sobre os mercados poucos dias após comentários hawkish do chair do Federal Reserve, Kevin Warsh, levarem investidores a ampliar as apostas em uma nova alta dos juros nos EUA. Na agenda nacional, nova pesquisa Quaest de intenção de voto para presidente na eleição de outubro será divulgada às 10h15. A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal O Globo. (Reuters)
update 8h00EUA atacam Irã, que revida contra bases em um dos maiores confrontos desde julho
O Irã e seus vizinhos árabes voltaram a mergulhar na guerra nesta quarta-feira em meio ao maior confronto armado entre Teerã e Washington desde julho, com as forças norte-americanas atacando a costa sul do Irã e o Irã disparando contra bases norte-americanas em toda a região. Os Estados Unidos ameaçaram com ataques ainda mais devastadores. O Irã acusou Washington de atingir uma festa de casamento, matando cinco pessoas e ferindo dezenas. As bolsas asiáticas e europeias caíram após os novos ataques aéreos dos EUA, que empurraram os preços do petróleo de volta a níveis não vistos desde julho, agravando o impacto econômico de uma onda global de vendas de títulos, já que o abalo no abastecimento de energia alimenta a inflação em todo o mundo. O Comando Central das Forças Armadas dos EUA informou ter atacado, na terça-feira, as defesas aéreas da Guarda Revolucionária Islâmica, sistemas de radar, recursos marítimos, recursos de colocação de minas e instalações de comunicação. A mídia iraniana noticiou ataques a vários alvos próximos ao Estreito de Ormuz — a estreita via navegável onde Teerã tem ameaçado petroleiros que tentam passar sem sua permissão. O Irã respondeu atacando o que afirmou serem alvos dos EUA no Barein, Jordânia, Kuwait e Iraque, e declarou que seu objetivo agora é expulsar as forças norte-americanas da vasta rede de bases militares que elas mantêm há décadas em todo o Oriente Médio. (Reuters)
update 7h54Principais índices em Nova York fecharam primeira sessão de setembro com perdas
Investidores em Wall Street seguiram pessimistas após a alta das tensões no Oriente Médio, com Irã e EUA trocando ataques e sem uma possibilidade de diplomacia em vista. O petróleo e os Treasuries subiram, numa conjunção de ampliação dos temores de inflação. “O mercado está demonstrando sinais de nervosismo em inúmeros indicadores”, escreveram em nota reproduzida pela CNBC os operadores do Goldman Sachs, referindo-se aos novos dados da Pesquisa de Sentimento da Associação Americana de Investidores Individuais. “Essa atitude em relação ao risco não é apenas teórica; os investidores estão, literalmente, colocando seu dinheiro onde está sua boca em termos de alocação de risco em seus portfólios”.
Dia (%)PontosDow Jones-0,7952.766,39S&P 500-0,717.631,54Nasdaq-1,0326.099,77 update 7h52DIs: juros futuros fecharam ontem com quedas por toda a curva
Taxa (%)Variação (pp)DI1F2713,585-0,030DI1F2813,760-0,050DI1F2914,110-0,065DI1F3114,390-0,090DI1F3214,465-0,090DI1F3314,495-0,105DI1F3414,495-0,085DI1F3514,490-0,090 update 7h50Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,47%
O dólar comercial emendou a segunda baixa seguida frente ao real. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,26%, aos 99,69 pontos.
- Venda: R$ 5,156
- Compra: R$ 5,156
- Mínima: R$ 5,138
- Máxima: R$ 5,202
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Dia (%)Valor (R$)MGLU3-3,954,62FLRY3-2,3919,21EMBJ3-1,4092,18TOTS3-1,3034,99RENT3-1,2334,64Maiores altas
Dia (%)Valor (R$)CSNA37,895,74CEAB35,418,77BRAV35,0818,00PETR34,1452,37PETR44,1146,87Mais negociadas
NegóciosDia (%)PETR474.9764,11B3SA353.4612,47CPLE352.4571,67SBSP346.298-0,71ITUB443.9390,95 update 7h45Ibovespa terminou ontem com alta de 1,30%, aos 179.722,48 pontos
- Máxima: 181.060,89
- Mínima: 177.299,50
- Diferença para a abertura: +2.303,70 pontos
- Volume: R$ 30,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (31): +1,00%
- Terça-feira (1º): +1,30%
- Semana: +2,31%
- Setembro: +1,30%
- 3T26: +4,48%
- 2026: +11,54%
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