Contas do governo registraram um superávit primário de R$ 10,8 bilhões em julho

As contas do governo federal registraram um superávit primário de R$ 10,8 bilhões em julho, informou Tesouro Nacional nesta quinta-feira (27). 🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública. ➡️ Houve uma melhora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foi registrado déficit de R$ 59,1 bilhões, em valores nominais. ➡️ Esse também foi melhor resultado para meses de julho desde 2022. Receitas e despesas Segundo o governo, as despesas totais em julho, no montante de R$ 215,5 bilhões, tiveram uma diminuição real de R$ 56,4 bilhões em relação ao mesmo mês do ano passado, em que foi registrado R$ 271,8 bilhões, puxados por: Sentenças judiciais e precatórios (custeio e capital), redução de R$ 37,1 bilhões; Créditos extraordinários, aumento de R$ 4,2 bilhões; Benefícios previdenciários, redução de R$ 18,1 bilhões; Pessoal e encargos sociais, redução de R$ 4,2 bilhões. Já as receitas líquidas registraram alta real de 7,7% em julho deste ano, para R$ 226,3 bilhões. Agora no g1 Parcial do ano No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas do governo registraram um déficit primário de R$ 81,3 bilhões, com alta real de 12,4%. Isso representa piora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo negativo de R$ 70,3 bilhões. 📈 Nos sete primeiros meses de 2026, houve um aumento real na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 1,5 trilhão, sem correção. 📈 Ao mesmo tempo, as despesas totais do governo somaram R$ 1,5 trilhão entre janeiro e julho deste ano, com uma alta real de 10,9% no período, em valores nominais. Ministério da Fazenda Agência Brasil

















