Correr na rua com fones convencionais significa abrir mão de ouvir o trânsito — ou abrir mão da música. No escritório, quem precisa manter a atenção em conversas ao redor não se dá bem com isolamento total. É nessa lacuna que entram os fones de condução óssea e os modelos open-ear, duas categorias que deixam o canal auditivo livre enquanto entregam áudio por vibração nos ossos da face ou por alto-falantes direcionais posicionados perto da orelha.
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