Taxa de desemprego recua para 13,7% entre maio e julho e fica abaixo do esperado pelo mercado

O resultado ficou abaixo do esperado pelos analistas consultados pela Refinitiv, que previam uma taxa de 13,9% no período

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A taxa de desemprego caiu para 13,7% no trimestre finalizado em julho deste ano, o que representa uma redução de 1 ponto percentual em comparação ao trimestre encerrado em abril. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou abaixo do esperado pelos analistas consultados pela Refinitiv, que previam uma taxa de 13,9% no período, como consta no portal de notícias InfoMoney.

A Pnad Contínua revela que a queda na taxa de desemprego no trimestre foi influenciada, principalmente, pelo aumento no número de pessoas ocupadas (correspondente a 89 milhões), que avançou 3,6% em relação ao trimestre anterior e 8,6% frente ao mesmo período de 2020. O nível de ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) subiu para 50,2% nos três meses até julho.

“Essa é a primeira vez, desde o trimestre encerrado em abril de 2020, que o nível de ocupação fica acima de 50%, o que indica que mais da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país”, ressalta, em nota, a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

Segundo o IBGE, a população desocupada correspondia a cerca de 14,1 milhões de pessoas no país até julho, uma queda de 4,6% (equivalente a 676 mil pessoas) ante o trimestre terminado em abril e um aumento de 7,3% (mais 955 mil pessoas) frente o mesmo trimestre móvel de 2020.

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Na quarta-feira, os dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregos (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, apontaram que o Brasil gerou mais de 372 mil vagas com carteira assinada em agosto. O número de postos foi resultado de 1,810 milhão de admissões e 1,438 milhão de desligamentos.

Houve um aumento no emprego com carteira assinada no setor privado e nos postos de trabalho informais, com a manutenção da expansão do trabalho por conta própria sem CNPJ e do emprego sem carteira no setor privado.

Isso fez com que a taxa de informalidade subisse para 40,8% no trimestre encerrado em julho, ante 39,8% no trimestre móvel anterior.

O emprego com carteira assinada avançou 3,5%, com mais 1 milhão de pessoas, totalizando 30,6 milhões no trimestre até julho. Na comparação com o mesmo trimestre de 2020, o contingente aumentou 4,2%, com mais 1,2 milhão de pessoas. De acordo com o IBGE, este é o primeiro aumento no emprego com carteira desde janeiro de 2020, na comparação anual.

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O número de empregados no setor privado sem carteira (10,3 milhões) cresceu 6% na comparação com o trimestre móvel anterior. Em um ano, esse contingente subiu 19%, ou 1,6 milhão de pessoas.

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