Com terceira baixa seguida, Ibovespa cai 1,39%, aos 102.948 pontos

Papéis da Eletrobras (ELET3, ELET6) estiveram entre as maiores quedas

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A Bolsa brasileira não conseguiu ter um dia tranquilo nesta semana. Pela terceira sessão seguida, o Ibovespa fechou em baixa, com queda de 1,39% aos 102.948 pontos. Em novembro, o índice passou a acumular desvalorização, de 0,53%, enquanto, em 2021, o tombo chega a 13,50%.

Em Wall Street, o mau humor também foi generalizado, com o índice Dow Jones recuando 0,58%, aos 35.931 pontos. O S&P 500 desvalorizou 0,26%, aos 4.689 pontos, e o Nasdaq teve queda de 0,33%, aos 15.921 pontos. O dólar Ptax teve alta de 0,36%, a R$ 5,49.

PEC dos Precatórios volta a pesar

A instabilidade que cerca a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, que pode ser barrada no Senado e está sujeita a mudanças e uma nova passagem pela Câmara, segue pressionando o mercado.

As declarações do relator da PEC no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), de que tenta construir um entendimento entre o texto aprovado na Câmara e as sugestões apresentadas por senadores, acenderam mais uma vez a luz vermelha no mercado financeiro.

Isso porque, em caso de qualquer mudança, a PEC precisa ser novamente apreciada por deputados, o que atrasaria a tramitação, aumentando a chance de o governo lançar mão de uma medida provisória prorrogando o auxílio emergencial, o que seria o pior cenário na visão de investidores. Entenda mais aqui.

O dia também foi marcado pela redução da previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano e do ano que vem pelo Ministério da Economia. A estimativa de crescimento do PIB de 2021 caiu de 5,3% para 5,1%, enquanto a de 2022 passou de 2,5% para 2,1%.

Eletrobras

Entre as principais quedas do Ibovespa, os papéis da Eletrobras (ELET3, ELET6) desvalorizaram 6,63%, a R$ 32,26, e 6,61%, a R$ 31,80, respectivamente.

O recuo ocorreu após a divulgação de balanço trimestral, com reporte de lucro líquido de R$ 965 milhões entre julho e setembro, retração de 66% na comparação anual.

O movimento negativo não surpreendeu a equipe do Goldman Sachs, que disse em relatório que já esperava reação negativa do mercado, diante do reconhecimento de provisões para contingências feitas pela empresa. No trimestre, foram contabilizados R$ 9,4 bilhões em provisões.

Bancos x fintechs

O dia também foi negativo para fintechs de pagamento, com Getnet (GETT11) recuando 5,77%, a R$ 3,92, e Cielo (CIEL3) em queda de 3,46%, a R$ 2,26. Os ativos da Stone (STNE), listados no Nasdaq, despencaram 34,62%, a US$ 20,70.

No terceiro trimestre, o lucro líquido da Stone somou R$ 132,7 milhões, uma queda de 53,9% em comparação ao mesmo período do ano passado.

O receio com o desempenho da empresa, somado à percepção de que o valuation pode convergir para as médias do setor, derrubou as ações nesta quarta. Saiba mais nesta análise.

Enquanto isso, alguns bancos estiveram entre as maiores altas do Ibovespa nesta sessão de poucos avanços, com Itaú (ITUB4) valorizando 0,40%, a R$ 22,85, e Bradesco (BBDC3, BBDC4) com ganhos de 0,34% e 0,44%, a R$ 17,78 e a R$ 20,75, respectivamente.

Leia também:   Mercado externo opera em alta nesta segunda, apesar de incertezas com nova variante Ômicron

Mineradoras e siderúrgicas

A desaceleração da economia chinesa e as dúvidas que cercam o estoque de minério de ferro do país se refletiram mais ujma vez na queda dos papéis de mineradoras e siderúrgicas.

As ações do setor, que chegaram a compor as poucas altas do dia no embalo da alta da commodity, tiveram recuo generalizado. Vale (VALE3) caiu 2,01%, a R$ 65,00, Gerdau (GGBR4) desvalorizou 0,47%, a R$ 25,32, e Usiminas (USIM5) teve queda de 2,29%, a R$ 12,81.

Méliuz

Apesar da desaceleração dos resultados trimestrais da companhia, com prejuízo de R$ 2,95 milhões no terceiro trimestre frente ao lucro de R$ 4,73 milhões reportado há um ano, a Méliuz liderou as altas da sessão, com avanço de 4,49%, a R$ 3,72.

Desde a máxima histórica, em julho, os papéis da Méliuz caíram 70%, mostrando que os desafios daqui para frente são grandes. O resultado do terceiro trimestre confirma esse fato, com a desaceleração de alguns números.

Agenda de quinta-feira, 18

A agenda brasileira desta quinta será marcada pela divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da segunda semana de novembro, que será feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informa a segunda prévia mensal do Índice Geral de Preços ao Mercado) IGP-M, às 8h.

No exterior, às 12h, os Estados Unidos divulgam dados de Indicadores Antecedentes de outubro.

A Bolsa brasileira não conseguiu ter um dia tranquilo nesta semana. Pela terceira sessão seguida, o Ibovespa fechou em baixa, com queda de 1,39% aos 102.948 pontos. Em novembro, o índice passou a acumular desvalorização, de 0,53%, enquanto, em 2021, o tombo chega a 13,50%.

Em Wall Street, o mau humor também foi generalizado, com o índice Dow Jones recuando 0,58%, aos 35.931 pontos. O S&P 500 desvalorizou 0,26%, aos 4.689 pontos, e o Nasdaq teve queda de 0,33%, aos 15.921 pontos. O dólar Ptax teve alta de 0,36%, a R$ 5,49.

PEC dos Precatórios volta a pesar

A instabilidade que cerca a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, que pode ser barrada no Senado e está sujeita a mudanças e uma nova passagem pela Câmara, segue pressionando o mercado.

As declarações do relator da PEC no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), de que tenta construir um entendimento entre o texto aprovado na Câmara e as sugestões apresentadas por senadores, acenderam mais uma vez a luz vermelha no mercado financeiro.

Isso porque, em caso de qualquer mudança, a PEC precisa ser novamente apreciada por deputados, o que atrasaria a tramitação, aumentando a chance de o governo lançar mão de uma medida provisória prorrogando o auxílio emergencial, o que seria o pior cenário na visão de investidores. Entenda mais aqui.

O dia também foi marcado pela redução da previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano e do ano que vem pelo Ministério da Economia. A estimativa de crescimento do PIB de 2021 caiu de 5,3% para 5,1%, enquanto a de 2022 passou de 2,5% para 2,1%.

Leia também:   Morgan Stanley vê espaço de alta de 16,5% do Ibovespa até o fim de 2022, para 120 mil pontos

Eletrobras

Entre as principais quedas do Ibovespa, os papéis da Eletrobras (ELET3, ELET6) desvalorizaram 6,63%, a R$ 32,26, e 6,61%, a R$ 31,80, respectivamente.

O recuo ocorreu após a divulgação de balanço trimestral, com reporte de lucro líquido de R$ 965 milhões entre julho e setembro, retração de 66% na comparação anual.

O movimento negativo não surpreendeu a equipe do Goldman Sachs, que disse em relatório que já esperava reação negativa do mercado, diante do reconhecimento de provisões para contingências feitas pela empresa. No trimestre, foram contabilizados R$ 9,4 bilhões em provisões.

Bancos x fintechs

O dia também foi negativo para fintechs de pagamento, com Getnet (GETT11) recuando 5,77%, a R$ 3,92, e Cielo (CIEL3) em queda de 3,46%, a R$ 2,26. Os ativos da Stone (STNE), listados no Nasdaq, despencaram 34,62%, a US$ 20,70.

No terceiro trimestre, o lucro líquido da Stone somou R$ 132,7 milhões, uma queda de 53,9% em comparação ao mesmo período do ano passado.

O receio com o desempenho da empresa, somado à percepção de que o valuation pode convergir para as médias do setor, derrubou as ações nesta quarta. Saiba mais nesta análise.

Enquanto isso, alguns bancos estiveram entre as maiores altas do Ibovespa nesta sessão de poucos avanços, com Itaú (ITUB4) valorizando 0,40%, a R$ 22,85, e Bradesco (BBDC3, BBDC4) com ganhos de 0,34% e 0,44%, a R$ 17,78 e a R$ 20,75, respectivamente.

Mineradoras e siderúrgicas

A desaceleração da economia chinesa e as dúvidas que cercam o estoque de minério de ferro do país se refletiram mais ujma vez na queda dos papéis de mineradoras e siderúrgicas.

As ações do setor, que chegaram a compor as poucas altas do dia no embalo da alta da commodity, tiveram recuo generalizado. Vale (VALE3) caiu 2,01%, a R$ 65,00, Gerdau (GGBR4) desvalorizou 0,47%, a R$ 25,32, e Usiminas (USIM5) teve queda de 2,29%, a R$ 12,81.

Méliuz

Apesar da desaceleração dos resultados trimestrais da companhia, com prejuízo de R$ 2,95 milhões no terceiro trimestre frente ao lucro de R$ 4,73 milhões reportado há um ano, a Méliuz liderou as altas da sessão, com avanço de 4,49%, a R$ 3,72.

Desde a máxima histórica, em julho, os papéis da Méliuz caíram 70%, mostrando que os desafios daqui para frente são grandes. O resultado do terceiro trimestre confirma esse fato, com a desaceleração de alguns números.

Agenda de quinta-feira, 18

A agenda brasileira desta quinta será marcada pela divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da segunda semana de novembro, que será feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informa a segunda prévia mensal do Índice Geral de Preços ao Mercado) IGP-M, às 8h.

No exterior, às 12h, os Estados Unidos divulgam dados de Indicadores Antecedentes de outubro.

 

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