Projeção para inflação sobe pela 8ª semana seguida, aponta Boletim Focus

A meta de inflação a ser perseguida pela Banco Central é de 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022

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A previsão para a inflação oficial do Brasil de 2021, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 3,82% para 3,87%, crescimento de 0,05 ponto percentual em relação à projeção anterior. Com isso, foi a oitava alta semanal consecutiva.

Para o próximo ano, a expectativa avançou de 3,49% para 3,50%, após ser mantida no mesmo patamar por 81 semanas seguidas.



Vale lembrar que a meta de inflação a ser perseguida pela Banco Central é de 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, sempre com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Essa projeção faz parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central e que traz os panoramas gerais do mercado sobre os principais indicadores econômicos do país.

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Por enquanto, o mercado manteve a expectativa da taxa básica de juros do país no fim de 2021 em 4% ao ano, após sofrer alta por duas semanas seguidas. Com isso, há um sinal de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC volte a subir a Selic depois de uma série de cortes desde o início da pandemia.



No dia 20 de janeiro, a entidade decidiu manter, por unanimidade, a Selic em 2% ao ano. No comunicado, o Copom disse que “o forward guidance deixa de existir e a condução da política monetária seguirá, doravante, a análise usual do balanço de riscos para a inflação prospectiva”.

Para 2022, a previsão para a taxa básica de juros também permaneceu no nível de 5% ao ano.

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A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) também não sofreu alteração, permanecendo em 3,29% e 2,50% em 2021 e 2022, respectivamente.

Apesar de a pandemia continuar influenciando nas crises ao redor do mundo, os indicadores têm apresentado, nos últimos meses, uma retomada da economia brasileira.

Enquanto isso, a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2021 subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10. Para o ano que vem, houve uma expansão de R$ 5 para R$ 5,03 por dólar.

Foto: Unsplash

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