Copom inicia primeira parte da reunião que deve elevar Selic pela 1ª vez desde 2015

A estimativa é que a Selic sofra um ajuste para 2,50% ao ano

Equipe TradeMap
Equipe TradeMap
Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no email
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central começa nesta terça-feira, 16, a primeira parte da reunião que deve alterar a jornada da taxa básica de juros do país, a Selic.

Devido à alta da inflação, é esperado pelo mercado que a Selic volte a subir após mais de seis anos em manutenção ou queda. Atualmente, a taxa está na casa dos 2% ao ano desde agosto de 2020, o menor nível histórico.





Amanhã, após a segunda parte da reunião, a autarquia monetária anunciará a taxa depois do fechamento do mercado.

Pelo histórico do Banco Central, a última vez que a Selic subiu foi em 2015, passando de 13,75%, em junho, para 14,25%, em julho. Esse patamar foi mantido até 2016, quando o Copom começou a cortar.

Leia também:   Smiles anuncia compra antecipada de passagens da Gol por R$ 50 mi

De acordo com o Boletim Focus publicado na última segunda-feira, a estimativa é que a Selic sofra um ajuste para 2,50% ao ano depois da reunião de quarta, ou seja, um aumento de 0,50 ponto percentual.

Para o fim de 2021, os economistas consultados pelo BC acreditam que a taxa básica de juros fique em 4,50% ao ano. Esse relatório traz os panoramas gerais do mercado sobre os principais indicadores econômicos do país.

Afinal, como é decidido se há ou não corte?

O Banco Central tem como missão controlar a inflação do país e, por isso, utiliza o sistema de metas como base, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).





Leia também:   Produção da Enauta chega a 738,7 mil boe em agosto

Para 2021, a meta central inflacionária é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Isso quer dizer que pode variar de 2,25% até 5,25%.

Para o ano que vem, a meta é de 3,5%, também com intervalo de 1,5 p.p. para cima ou para baixo.

A cada 45 dias, o Copom se reúne para decidir como ficará a Selic. A decisão é baseada em vários indicadores financeiros do país, sendo que, ao fim do encontro, a taxa pode sofrer alguma alteração, tanto para mais quanto para menos, assim como também ficar estável.

O que é a Selic?

Sempre que vemos algum noticiário ou matéria voltada ao mercado financeiro, encontramos essa tal de “Selic”. Para quem é desse ramo, com certeza já sabe de cor a sua importância à economia brasileira, não é mesmo?

Leia também:   Latam solicita ao Tribunal de NY mais tempo para apresentar seu plano de reorganização

Por outro lado, para quem está entrando neste segmento agora talvez haja algum resquício de dúvida referente a este termo.

Ela nada mais é do que a taxa básica de juros no Brasil. Sua sigla significa Sistema Especial de Liquidação e Custódia.

Dessa forma, a Selic influencia todas as demais taxas de juros no Brasil, como as que são cobradas em empréstimos, financiamentos e, até mesmo, em retorno em aplicações financeiras, como títulos do Tesouro Direto.

Foto: Agência Brasil





Compartilhe:

Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no email
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp

Compartilhe:

Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no email
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Baixe o App Footer Post
Baixe o App Footer Post 0003 Carteira

Carteira consolidada

Baixe o App Footer Post 0002 historico de Dividendos

Histórico de dividendos

Baixe o App Footer Post 0001 Acompanhamento

Acompanhamento em tempo real

Baixe o App Footer Post 0000 IBOV

Comparação com IBOV, CDI, Dólar e mais

Mais 1000 vagas Liberadas! 🤩

Banner Popup 2