O que é o Mercado Futuro?

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Investimentos, ações, renda fixa, renda variável, bolsa de valores, são todos temas que ganharam muita popularidade nos últimos tempos, não é mesmo? Quem nunca entrou no YouTube e se deparou com um anúncio falando sobre o mercado financeiro? (ALOU Betina e seu 1 🌽)

Pois bem, neste artigo vamos falar sobre mais um dos produtos deste universo de finanças pessoais, que é o Mercado Futuro



Há quem diga que é muito complicado, outros que é muito arriscado. Alguns estão certos, mas não sobre ser complicado, e sim sobre ser arriscado. Há dois principais motivos que justificam isso: 

❖ O primeiro é o fato do Mercado Futuro ser um ambiente na bolsa de valores em que são feitas negociações de derivativos – ou seja, contratos financeiros que dependem de outros ativos, como moedas, commodities e índices. 

❖ O segundo diz respeito aos contratos financeiros que são firmados. Também chamados de contratos futuros, eles sustentam a compra ou venda de determinado ativo para uma data futura, com um preço pré-estabelecido. 



Ou seja, trata-se de um mercado altamente especulativo, em que os investidores negociam um ativo de acordo com o preço esperado no futuro. Em meio a isso, o cenário econômico pode mudar de forma radical e a expectativa feita para o ativo ser superada ou ficar longe de ser atingida. 

Dito isso, fica a dica: investir no Mercado Futuro pode ser uma boa opção de diversificação de carteira, mas não é indicado para investidores iniciantes ou para quem tenha um perfil mais conservador.

Não entendeu ainda? Não se preocupe, até o final do texto você vai saber: 

  • O que é contrato futuro
  • Como funciona o Mercado Futuro
  • Ativos negociados no Mercado Futuro
  • Como investir em contrato futuro

O que é contrato futuro 

Para que ocorra alguma negociação futura é necessário firmar um contrato entre o comprador e o vendedor.

Os chamados “contratos futuros” são uma modalidade em que investidores se comprometem a comprar ou vender um ativo em uma determinada data futura.

Vamos de exemplo: no dia x eu compro dólar futuro a R$ 5,30 e devo vendê-lo em D+30. 

Durante 30 dias esse ativo pode valorizar ou desvalorizar no mercado à vista (o tradicional, que você já conhece), com ajustes diários, mas o meu preço-base de R$ 5,30 se mantém. No momento de vencimento do contrato, portanto, eu posso ganhar dinheiro com a valorização ou arcar com o prejuízo na desvalorização.

Digamos que em D+30 o dólar fechou em R$ 5,40 no mercado à vista. Com isso, eu lucrei 0,10 reais por dólar, porque, de acordo com meu contrato futuro, em D+30 eu tenho que vender a moeda a R$ 5,30 e o comprador vai pagar o preço do mercado do dia. 

Se fosse o contrário, em D+30 o dólar fechou em R$ 5,20, nesse caso, eu teria que arcar com 0,10 reais de prejuízo em cada moeda, porque o comprador não vai pagar os R$ 5,30 do contrato. 

Fácil, vai. Tão fácil que podemos até complicar mais um pouquinho 😜







Como funciona o Mercado Futuro 

O Mercado Futuro é utilizado, antes de mais nada, para amenizar riscos ou potencializar retornos.

Antigamente, nos períodos feudais, existia a necessidade de administrar os riscos na comercialização de produtos, em especial do setor agrícola. Isso porque as colheitas estão sujeitas a variações naturais que independem do produtor até hoje. 

Como os casos de seca, geada, calor extremo, todas situações em que uma safra inteira pode ser perdida. Dessa maneira, ainda no século XVII, agricultores passaram a fixar um preço e negociar a venda do produto antes da colheita.

Hoje, os contratos futuros mantêm a mesma lógica, inclusive, operam commodities como milho e café (mas isso vemos adiante), mas alguns detalhes mudaram para as negociações na bolsa de valores.  

Atualmente, é possível lucrar no Mercado Futuro em duas posições: a de comprado e a de vendido



❖  O investidor “comprado” lucra com a valorização do ativo e espera vender o contrato por um preço maior na data de vencimento;

❖  O operador “vendido” lucra com a queda na cotação do ativo e prevê comprar o contrato por um preço menor do que a venda anterior. 



Por isso, contratos futuros são investimentos de alto risco, que exigem um bom conhecimento do investidor em estratégias de mercado, com análises técnicas e macroeconômicas.

→ Leia também: O que é a Análise Fundamentalista?

Alavancagem e Liquidez 

Duas das principais características do Mercado Futuro são também as suas principais vantagens: alavancagem e liquidez.

O investidor pode movimentar valores muito maiores do que realmente possui nas negociações de contratos futuros. O termo para isso é “alavancagem”. Na prática, você pode ter R$ 10 mil para operar os contratos e movimentar R$ 20 mil. 

Isso porque o valor importante é o de diferença das negociações, chamado margem de garantia, que corresponde a 13% do total investido. A ideia é que esse valor possa cobrir eventuais prejuízos do investimento.

Já a liquidez é a possibilidade de encerrar sua posição “vendida” ou “comprada” no contrato futuro a qualquer momento, mesmo antes do vencimento do papel.



Ativos negociados no Mercado Futuro

Os contratos futuros detêm vários ativos e índices, além de commodities. Os principais são:

❖ Dólar

O contrato futuro de dólar não é a negociação direta do câmbio, mas sim da variação na cotação da moeda americana. Isso significa que o investidor não compra a moeda em si, mas emite um contrato de acordo com a expectativa de alta ou de queda da cotação.

Existem também os mini contratos de dólar, mais acessíveis a pequenos investidores, pois representam 20% do valor total do contrato de dólar – que custa US$ 50 mil, com lote mínimo para negociação  de 5 contratos. Já o mini contrato de dólar permite a negociação de um único contrato no valor de US$ 10 mil. 

❖ Índices

São negociáveis no Mercado Futuro ativos como o Índice Ibovespa, ou o americano S&P 500. Neste caso, os contratos correspondem à variação dos índices, ou seja, quanto pontos eles sobem ou caem, e o valor por contrato é calculado de acordo com os pontos do mercado à vista. 

Nesse sentido, o valor do contrato futuro do Ibovespa é calculado de acordo com os pontos do índice (atualmente em 122 mil pontos), sendo que cada ponto representa R$1,00. Já o mini índice tem o valor de R$ 0,20 por ponto.



O S&P tem como lote padrão 1 contrato futuro e cada ponto corresponde a US$50 (atualmente o índice tem 4.100 pontos), sem mini contrato com valores menores. 

❖ Commodities

No caso das commodities, os contratos futuros funcionam mais como medida de proteção de preço. Mas, é possível para o investidor negociar com os produtos. 

Cada um deles tem uma unidade de referência própria, assim como valores. O boi é negociado por arroba, o milho por sacas, o café por sacas e em dólar. E por aí vai… 

Igual as ações, os contratos futuros possuem códigos e são negociados exclusivamente na bolsa de valores. Os contratos mais operados são: 

  • IND (Futuro do Ibovespa)
  • WIN (Minicontrato do Ibovespa)
  • ISP (Futuro do Índice S&P 500)
  • DOL (Dólar)
  • WDO (Minicontrato de dólar)
  • BGI (Boi gordo)
  • CCM (Milho)
  • ICF (Café)

Além dos códigos do contrato, há o prazo de vencimento. Cada mês tem uma letra de referência, enquanto o ano considera os dois últimos dígitos. Veja:

  • Janeiro — F
  • Fevereiro — G
  • Março — H
  • Abril — J
  • Maio — K
  • Junho — M
  • Julho — N
  • Agosto — Q
  • Setembro — U
  • Outubro — V
  • Novembro — X
  • Dezembro — Z

Dessa forma, um minicontrato do Ibovespa, com vencimento para dezembro de 2022 terá o código WINZ22.

Como investir em contrato futuro

Agora que você já sabe as principais características do mercado futuro já pode usar o TradeMap para comprar e acompanhar seus ativos. Se liga no passo a passo: 

  1. Você precisa ter uma conta em uma corretora
  2. Sincronize a corretora ao TradeMap
  3. Acesse nosso Multibroker
  4. Informe os contratos na janela de ordens
  5. Acompanhe as oscilações e ajustes diários pelo TM

Não sabe muito bem como mexer no aplicativo ou na plataforma da Web ainda? Sem problemas, separamos um vídeo tutorial para você não perder as melhores funcionalidades do maior hub financeiro do Brasil. 

Leia também:   Small Caps e filosofia de investimento

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