Em linha com a diretriz focada na transição energética, a Petrobras (PETR4; PETR3) anunciou na noite desta segunda-feira (6) que ampliou um acordo com a norueguesa Equinor para avaliar a possibilidade de construção de sete projetos de geração eólica offshore na costa brasileira, com potencial para gerar até 14,5 GW (gigawatts).
O acordo faz parte da parceria assinada entre as empresas em 2018, no qual rendeu as construções dos parques eólicos Aracatu I e II, localizados entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo.
No comunicado, a estatal informa que o novo acordo prevê a viabilidade de parques eólicos de Mangara (na costa do Piauí); Ibitucatu (costa do Ceará); Colibri (divisa litorânea entre o Rio Grande do Norte e Ceará), além de Atobá e Ibituassu (ambos na costa do Rio Grande do Sul) – totalizando sete projetos, com prazo de vigência até 2028.
“Esse acordo vai abrir caminhos para uma nova fronteira de energia limpa e renovável no Brasil, aproveitando o expressivo potencial eólico offshore do nosso país e impulsionando nossa trajetória em direção à transição energética”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.
No plano estratégico da Petrobras para o período de 2023 a 2027, anunciado no ano passado, a eólica offshore é um dos segmentos que serão priorizados.
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