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Energisa (ENGI11) reforça compromisso com geração de energia renovável em metas ESG

Energisa (ENGI11) reforça compromisso com geração de energia renovável em metas ESG

Estratégia da Energisa é aumentar investimentos na geração de energia solar e abandonar aos poucos fontes não renováveis

painel de geração de energia solar

Foto: Shutterstock

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A Energisa (ENGI11) assumiu o compromisso de aumentar a oferta de energia renovável até 2026, alinhando suas metas ambientais à estratégia atual da companhia, baseada na expansão dos negócios com energia solar.

A Energisa é um grupo voltado essencialmente para a transmissão e distribuição de eletricidade. No total, a companhia possui oito empresas voltadas à transmissão de energia e onze distribuidoras que levam o produto para os consumidores finais.

Nos últimos meses, porém, a Energisa fez investimentos e aquisições para ampliar sua capacidade de geração de energia elétrica fotovoltaica. Além disso, criou uma nova companhia, a (re)energisa, que vai absorver os planos do grupo para a geração de energia solar distribuída.

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A previsão é de investimentos de R$ 2,3 bilhões até 2024, com o objetivo de elevar a capacidade neste segmento de 78 para 538 megawatts na potência máxima (MWp).

Nesta quarta-feira (29), a empresa deu mais uma mostra de quanto acredita no potencial das renováveis, afirmando que, até 2026, pretende instalar 1,7 gigawatts (GW) de potência em energia renovável, ao mesmo tempo em que pretende desativar 171,7 megawatts (MW) em potência vinda de usinas termelétricas.

Uma terceira meta determina também que, até o final de 2026, 55 mil unidades consumidoras de energia elétrica atendidas pela Energisa em áreas remotas de concessão recebam energia elétrica “limpa e acessível”.

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O anúncio fez pouco para evitar que a unit da companhia sucumbisse ao desempenho negativo da Bolsa brasileira nesta quarta-feira. Por volta das 13h15, o papel recuava 1,37%, para R$ 40,92, enquanto o Ibovespa caía 1,01%.

Especialistas, no entanto, recomendam a compra da unit. Oito entre nove especialistas consultados pela Refinitiv indicam que o investidor coloque o papel na carteira, e apenas um sugere neutralidade – nem compra, nem venda -, de acordo com dados disponíveis na plataforma TradeMap.

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