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CVC (CVCB3) cria “operação especial” para atender clientes, mas ação despenca 5% e lidera perdas

CVC (CVCB3) cria “operação especial” para atender clientes, mas ação despenca 5% e lidera perdas

A agência de viagens afirma que tem priorizado os casos de clientes que têm embarques previstos para as próximas 72 horas

Fachada de loja da CVC

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Afetada pela suspensão das atividades da companhia aérea Itapemirim Transportes Aéreos (ITA), do Grupo Itapemirim, a agência de viagens CVC disse nesta segunda-feira, dia 20, que foi surpreendida pelo anúncio da empresa, mas que criou uma “operação especial” para dar suporte aos clientes prejudicados. 

“Estamos priorizando, no momento, os casos de embarque nas próximas 72 horas”, afirma a empresa, em comunicado publicado no site da companhia. “Orientamos que não vá ao aeroporto para embarque nesse momento”, continua. 

Segundo a CVC, a Itapemirim só informou a agência sobre a paralisação dos voos no dia 17 de dezembro, na sexta-feira passada, “sem qualquer aviso prévio”.  

Em fato relevante, a agência de viagens disse que tem conseguido acomodar seus clientes em voos fretados ou em voos de outras companhias aéreas. “Por suas unidades de negócio, a CVC Corp tem buscado atender seus clientes de forma ativa e emergencial desde o início do incidente”, afirma a empresa, no comunicado, assinado pelo diretor financeiro, Marcelo Kopel. 

Apesar dos esforços, a ação da CVC na Bolsa é a que mais cai entre as empresas do Ibovespa. Por volta das 11h10, recuava 5,33%, a R$ 14,38. E não tem sido um ano fácil para o papel da companhia. No acumulado de 2021, a cotação opera em queda de 25,84%. 

Embora a desaceleração do número de casos de covid-19 e a reabertura gradual da economia tenham favorecido o setor de turismo neste segundo semestre, as empresas ainda sofrem as consequências do período de restrições da pandemia, iniciado em março de 2020. 

Na sexta-feira, dia 17, a ITA, que já estava em recuperação judicial, anunciou uma paralisação “temporária” das suas atividades para realizar uma “reestruturação interna”, na semana antes do Natal. O anúncio causou confusão em aeroportos, em uma época do ano marcada pelo aumento do número de voos. 

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