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Bolsas internacionais sobem à espera de declarações do presidente do Federal Reserve

Bolsas internacionais sobem à espera de declarações do presidente do Federal Reserve

Jerome Powell, presidente do banco central americano, falará a partir das 12h

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As bolsas internacionais operam em alta, com investidores voltando ao mercado depois de perdas sequenciais dos principais índices acionários neste início de ano. O evento do dia no exterior será a sabatina do presidente do banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, por uma comissão do Senado americano, às 12h (de Brasília).

A expectativa é de que ele fale sobre como a instituição pretende combater a inflação por meio da alta dos juros e da redução dos estímulos à economia nos próximos meses. A sinalização de que o banco central americano adotaria estas medidas enviou uma onda negativa sobre os mercados mundiais nos últimos dias.

O S&P 500, um dos principais índices acionários dos Estados Unidos, caiu ontem pelo quinto pregão consecutivo, algo que não acontecia desde setembro, e o Nasdaq Composto, outro destes índices, opera no menor nível desde outubro do ano passado por preocupações sobre os efeitos que as medidas do Federal Reserve – o banco central americano – terão sobre as companhias.

 A queda nos preços das ações, porém, está atraindo compradores. Ontem, o Nasdaq Composto, que reúne principalmente empresas do setor de tecnologia, chegou a cair cerca de 2% ao longo do pregão, mas fechou praticamente estável. Hoje, por volta das 9h45, os contratos futuros destes índices e do índice Dow Jones sobem de 0,2% a 0,4%.

Na Europa, a situação era semelhante. O índice Euro Stoxx, que reúne as ações de grandes empresas da zona do euro e ontem fechou no menor nível em quase três semanas, está em alta de 1,2%.

Além disso, investidores aguardam novos dados sobre a inflação nos Estados Unidos. que serão divulgados na quarta-feira. A nova onda de Covid também impacta o mercado. A China suspendeu alguns voos vindos dos Estados Unidos, após o país registrar cerca de 1,5 milhão de novos casos de Covid-19.

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