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Usiminas (USIM5) e Vale (VALE3) retomam produção de minério após chuva em MG diminuir

Usiminas (USIM5) e Vale (VALE3) retomam produção de minério após chuva em MG diminuir

Após uma semana com as atividades paralisadas, empresas retomem produção de forma gradativa

Minerio de ferro Unsplash

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Após uma semana com as atividades paralisadas devido às grandes chuvas em Minas Gerais, Usiminas (USIM5) e Vale (VALE3) retomam parcialmente a produção na região.

A Usiminas informou via comunicado, que está retomando aos poucos as operações da controlada Mineração Usiminas (Musa). Já na Vale, a circulação de trens na Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e produção dos Sistemas Sudeste e Sul voltou a funcionar.

As empresas haviam suspendido operações na região por conta das chuvas excessivas no estado. As medidas foram tomadas para garantir a segurança dos empregados e das comunidades localizadas no entorno de suas estruturas, segundo elas.

No comunicado da Usiminas, é dito que as consequências das fortes chuvas na região afetaram as empresas que participam da cadeia logística de escoamento de minério. Porém, a empresa acredita numa recuperação rápida.

A Vale estimou impacto de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas na produção e compra de minério de ferro em razão da pausa nas atividades. Porém, reitera que o período chuvoso já era considerado nas estimativas da companhia para 2022 e reiterou que neste ano deve produzir de 320 milhões a 335 milhões de toneladas de minério de ferro.

Barragens

Ambas as empresas reiteram que não há riscos de rompimentos de barragens de sua responsabilidade na região. Segundo a Usiminas, a Barragem Central da MUSA retornou ao nível não emergencial (“nível zero”) do Plano de Ação de Emergência de Barragens da Mineração.

A Vale continua o monitoramento de suas estruturas. De acordo com comunicado, a barragem Área IX, de Ouro Preto-MG, apresentou elevação do protocolo de emergência de nível 1 para nível 2, após alterações na ombreira direita da estrutura.

Já a barragem Dique Elefante, localizada na região central do estado, está no protocolo de emergência em nível 1, após erosão na ombreira direita da estrutura, sem o comprometimento de sua estabilidade.

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