Intelbras (INTB3) tem superado tempestade perfeita – e explica como em live com Trademap
Após pouco mais de um ano de sua abertura de capital, a Intelbras (INTB3) tem surpreendido o mercado por estar superando a tempestade perfeita do mercado.
Via de regra, as recém-chegadas à Bolsa sofrem com o aperto monetário no país e a queda de apetite por empresas de crescimento, mas não é o contexto da Intelbras.
Em relação à precificação do IPO, as ações da companhia já subiram mais de 50%, enquanto no mesmo período o SMLL, índice de small caps da B3, tem queda de 25%.
Comparação entre ações INTB3, índice Ibovespa e ETF XMAL11 (que replica o SMLL) nos últimos 12 meses

A Intelbras se aproveita do quase meio século de história para oferecer ao mercado o que ele demanda. Ela presta soluções em segurança, redes, comunicação e energia. No segmento da tão necessária segurança no Brasil, ela é líder, e tem aumentado suas apostas na promissora energia solar.
No primeiro trimestre deste ano, a segurança teve uma participação de 54% no resultado, enquanto energia ficou com 24% e comunicação com 23%.
Mais de 15 especialistas em um evento gratuito que vai mostrar as principais rotas de investimento. Inscreva-se!
Esse mix de operações tem trazido resultados para a Intelbras — sobretudo no top line do balanço. Entre janeiro e março deste ano, a companhia teve uma receita líquida de R$ 866,19 milhões, alta de 24,4% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que é uma aproximação da geração de caixa da empresa, subiu apenas 2,6%, mas foi o suficiente para o lucro líquido avançar 9,9% em 12 meses, para R$ 98,56 milhões.
O ponto de preocupação dos investidores está centrado na queda da eficiência operacional da companhia, demonstrada pela queda de todas as margens, no balanço divulgado na última semana.
Leia também:
Com juros em alta, small caps de tecnologia enfrentam “choque de realidade” na Bolsa
O primeiro trimestre é sazonalmente mais fraco para vendas, além do contexto macroeconômico ser um empecilho ao desenvolvimento do negócio e investimentos a serem realizados.
Há de se observar, portanto, a recomposição das margens ao longo dos próximos trimestres.
Essa e outras questões, como redução do valor em caixa, aumento do endividamento e concorrência, serão abordadas pelo gerente de Relações com Investidores da Intelbras, Bruno Teixeira, na TradeLive desta terça-feira (10). Clique aqui, adicione o lembrete e acompanhe!



/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/6/s/kXvEKHTaquKRBm8Chizg/55550338953-e400a6a911-k.jpg)
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/3/TfUAqTSBiVcRsYBYIt2Q/raf1006-1.jpg)















