Inflação nos EUA já avança 5% em 12 meses; dado veio dentro do esperado pelo mercado

Gastos com consumo e renda vieram acima do esperado; número de pedidos de auxílio desemprego caiu

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Os Estados Unidos informaram nesta quarta-feira, dia 24, que o PCE, índice de inflação que é referência para o Federal Reserve (banco central dos EUA) avançou 0,6% em outubro, alcançando uma alta de 5% nos últimos 12 meses. O núcleo do indicador (ou seja, se o PCE não levasse em conta os preços de energia e alimentos) já tem alta  de 4,1% no período.

O dado veio dentro do esperado pelo mercado – de acordo com a CIBC Economics, o consenso era de alta de 5,1% –, mas ainda assim aponta para preços bastante pressionados na maior economia do mundo.

De acordo com os dados divulgados pelo BEA, escritório de estatísticas do Departamento de Comércio, as principais altas do mês passado foram registradas em bens duráveis e não duráveis, que mostraram aumentos de 1,2%. Em serviços, a inflação americana ficou em 0,3%.

Gastos e renda acima do esperado

O BEA informou ainda que os gastos dos americanos com consumo subiram 1,3% na comparação com setembro, e que a renda pessoal teve alta de 0,5% no país. Os dois indicadores também vieram acima do esperado por analistas.

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Mais cedo, o DoL (Departamento de Trabalho dos EUA) informou ainda que os pedidos de auxílio-desemprego somaram 199 mil na semana terminada em 20 de novembro, uma queda de 71 mil em relação à semana anterior.

“As primeiras divulgações do quarto trimestre de 2021 têm surpreendido positivamente, sinalizando que, apesar das elevadas pressões inflacionárias, a atividade econômica segue resiliente aos riscos de curto prazo”, afirmou o BTG Pactual em relatório. “Os dados de produção têm indicado uma sutil melhora nos gargalos nas cadeias produtivas (sobretudo nos índices de fretes de containers). Este movimento merece atenção nos próximos meses, levando em consideração que ainda não sabemos se é uma melhora pontual ou permanente”.

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Na avaliação da equipe do BTG, tudo indica para uma alta de juros mais cedo do que o esperado na maior economia do mundo.

“Um cenário de atividade econômica mais forte, somado à recondução de Jerome Powell [o presidente do Fed foi escolhido para cumprir um segundo mandato à frente do BC dos EUA], parece contratar uma alta de juros antes do esperado, entre o final do primeiro e o início do segundo semestre de 2022. O mercado já espera até três altas no próximo ano, o que sugere um dólar global mais forte nos próximos meses, limitando a valorização das moedas emergentes”, afirmou o banco na análise.

O governo americano também informou nesta quarta a segunda revisão para o PIB (Produto Interno Bruto) anualizado dos EUA no terceiro trimestre do ano, que mostrou expansão de 2,1% (pouco abaixo do consenso de analistas, que era de 2,2%).

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