Queda do Ibovespa, MP da Eletrobras, cartel dos bancos e tudo que você precisa saber antes do mercado abrir

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Ontem o dia foi duro para o Ibovespa, que fechou em queda de 0,93%, aos 128 mil pontos. Sua terceira baixa consecutiva depois de uma sequência de 10 altas.

Os principais pontos que pesaram no mercado na quinta-feira foram: alta dos juros aqui e lá fora (veja decisão do Fed e do Copom), volatilidade do dólar e votação da MP da Eletrobras. Bom, pelo menos o último tópico está quase resolvido.



Isso porque o Senado aprovou o texto base após o fechamento do pregão. Agora a proposta volta para a Câmara dos Deputados e depois o presidente Jair Bolsonaro ainda precisa sancionar – tudo isso antes de terça-feira, 22, quando o texto caduca.

As ações da empresa caíram 3,17% (PN) e 3,04% (ON) antes dessa resolução, porque o mercado não sabia o que esperar da situação. A novela ainda terá mais alguns capítulos emocionantes, até porque, se não for aprovado tudo até terça-feira e o texto caducar, não é permitido começar outro do zero ainda neste ano. Xiii ….. 

Leia também: Senado aprova a MP da Eletrobras; texto deve voltar à Câmara para análise

Os bancos que começaram a sessão em terreno positivo após a alta da Selic, no final das contas ajudaram a afundar o IBOV depois de um furo de reportagem do Valor Econômico



O portal de notícias publicou uma matéria dizendo que a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) entrou com um pedido de indenização de quase R$ 20 bilhões contra 19 instituições financeiras. O processo tem como base um esquema internacional de cartel na área de câmbio descoberto em 2015.

Leia também:   Ibovespa abre a semana com avanço de 2,28%, aos 108.715 pontos; IPCA-15, Caged e resultados corporativos devem guiar mercado nesta 3ª feira

Enquanto isso, os papéis da Petrobras (PETR3; PETR4) e da Vale (VALE3) operaram todo tempo em queda, puxados pela queda do petróleo, redução do dólar e o anúncio da China. Dessa vez, o governo chinês decidiu mudar as regras para a gestão de índices de preços de commodities e serviços a partir de agosto.

 Em comunicado, eles afirmam que a medida aumentará a transparância dos preços e ajudará a manter a inflação em um ponto saudável para o país. E vocês sabem, o mercado não gosta de intervenção estatal. 

As ações das empresas ligadas ao setor siderúrgicos, como CSN (CSNA3), Gerdau (GGBR4) e Usiminas (USIM5), também seguiram em forte baixa. 

A questão do juro também permeiou a sessão. Com a sinalização de aumento agressivo da Selic nos próximos meses, o BC decretou o fim dos juros negativos que estimulam a economia para combater a inflação e agora os juros futuros saltaram na bolsa. 

Leia também:   Bolsas externas abrem semana com cautela; crise de energia segue preocupando

Nesta sexta-feira, 18, o mercado deverá repercutir a aprovação da MP da Eletrobras, o follow-on da Petrobras para vender sua participação na BR Distribuidora e a distribuição de dividendos da Vale.   

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