IBC-Br sobe 2,15% em julho, abaixo do esperado

Bandeira do Brasil, foto de Unsplash

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 2,15% em julho ante junho, na comparação dessazonalizada, conforme divulgado nesta segunda-feira, 14, pela autarquia monetária.

Foi a terceira alta mensal consecutiva desde a forte retração da atividade devido à pandemia do novo coronavírus. Em relação a julho de 2019, houve uma queda de 4,89%, na série sem ajuste.

A expectativa dos economistas consultados pela Bloomberg era de um crescimento de 3,40% em julho na comparação mensal, depois de reportar uma expansão de 4,89% na medição anterior.

Já no acumulado de 12 meses até julho, o IBC-Br caiu 2,90%. Por conta das constantes revisões do índice, o indicador medido em 12 meses é mais estável do que a medição mensal.

O que é o IBC-Br?

O IBC-Br, divulgado mensalmente, é um indicador do Banco Central considerado pelo mercado como uma prévia do resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os serviços e bens produzidos no país. Ele serve de base para investidores e empresas adotarem medidas de curto prazo.

No entanto, o resultado não reflete necessariamente o desempenho anual do PIB.

Foto: Unsplash

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