Controladora da Tok&Stok faz pedido de IPO à CVM

TokStok Divulgação

 

A Estok Comércio e Participações, controladora da Tok&Stok, enviou na última terça-feira, 20, o pedido de registro de oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

De acordo com o prospecto preliminar, a oferta terá distribuição primária, quando os recursos vão direto para o caixa da empresa, e secundária, quando os atuais acionistas vendem parte de suas fatias.

Vale lembrar que os principais acionistas são a gestora Carlyle, com cerca de 60,7% do capital social da companhia, e a família Dubrule.

Não foi informada a quantidade de ações que serão ofertadas. Contudo, a Estok pretende listas os papéis no Novo Mercado, segmento mais elevado da B3, a bolsa brasileira.

Segundo o documento entregue à CVM, os recursos provenientes da oferta na tranche primária serão destinados para execução do plano de expansão e melhoria na experiência do consumidor, além de projetos ligados à transformação digital e tecnológica, desenvolvimento de nova marca e aquisições oportunistas.

Datas como o início e encerramento do procedimento de bookbuilding, assim como também o dia em que as novas ações serão negociadas na bolsa ainda estão pendentes.

O IPO será coordenado pelo Itaú BBA, Bank of America, Credit Suisse, Bradesco BBI, Santander Brasil e UBS BB.

Quem é a Tok&Stok?

Fundada há mais de 40 anos pelo casal de empreendedores Régis e Ghislaine Dubrule, a Tok&Stok tem 59 lojas espalhadas em 21 estados e no Distrito Federal, com operações voltadas aos segmentos de renda A e B.

“Nossos últimos anos têm sido marcados pelo maior foco em eficiência e rentabilidade e pela transformação digital, que acelerou a participação de vendas online de 5% da nossa receita líquida no exercício de 2017 para mais de 24% no período de nove meses findo em 30 de setembro de 2020”, destacou a empresa no prospecto.

O que é bookbuilding?

De um modo resumido, o bookbuilding é o processo em que o coordenador da oferta estuda e avalia, em conjunto com os investidores, como seria a demanda de seus ativos no mercado.

Dessa forma, a empresa que pretende abrir capital ou fazer novas ofertas deve saber qual a intenção de compra dos acionistas e chegar a um preço razoável para o IPO ou novas ofertas (follow on). Leia mais.

Foto: Divulgação

 

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