Banco do Brasil e Caixa Econômica decidem deixar Febraban

Decisão já foi comunicada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e a Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central

Foto: Febraban/Divulgação

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O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal optaram por deixar a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A decisão já foi comunicada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e a Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central.

As instituições sinalizam que a razão da saída é um manifesto no qual a Febraban é signatária, que deve ser publicado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nesta terça-feira, 31, com um pedido de harmonia entre os três poderes.





Os bancos públicos entendem que a Febraban, que representa o setor no Brasil, está se posicionando de forma política, apesar de ser privada, e discordam dessa atitude.

O ministro Paulo Guedes e os presidentes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, Fausto Ribeiro e Pedro Guimarães, respectivamente, serão convidados a comparecerem à Câmara por meio de requerimento a ser apresentado pelo deputado Aureo Ribeiro, presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara.

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Aureo Ribeiro quer entender a posição dos bancos, que optaram por sair da Febraban. O deputado disse: “quando você politiza essa questão dos bancos, é muito triste, a gente começa a ficar preocupado. Quero entender, de fato, o que está acontecendo, não dá para a gente ficar nessa economia ideológica

De acordo com o parlamentar, a ideia é que uma audiência única entre os quatro seja agendada dentro de quinze dias.

As instituições teriam encaminhado uma nota à Febraban, comunicando sua saída da entidade caso houvesse a publicação do manifesto, que não cita diretamente o presidente Jair Bolsonaro, mas critica implicitamente a gestão de Paulo Guedes, o que foi lido pelos bancos públicos como uma ofensa à política econômica atual.





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