A Petrobras (PETR4) informou na noite de terça (18) que pagará R$ 1,1 bilhão em dívidas do Plano Petros. A companhia assinou um documento chamado “confissão de dívida” que formaliza o compromisso de pagamento referente a contribuições do fundo de pensão.
A petrolífera pagará R$ 229 milhões neste mês de outubro, correspondentes aos valores não cobrados no período de julho de 2020 a dezembro de 2021.
Os outros R$ 885 milhões, referentes às parcelas que ainda irão vencer, serão pagos de acordo com a folha de pagamento em contrapartida à arrecadação da parcela dos participantes e assistidos.
O pagamento é relativo à contribuições extraordinárias patronais do “plano de equacionamento do déficit” de 2015, chamado de PED 2015, implementado em 2017 junto aos “Planos de Pensão Petros Repactuados” e “Não Repactuados” (PPSP-R e PPSP-NR).
“O novo ‘plano de equacionamento do déficit’ (Novo PED) foi aprovado em 2020 e considerou o refinanciamento dessas contribuições não arrecadadas do PED 2015 através da cobrança da Petrobras e dos participantes dos referidos planos”, afirmou a empresa.
De acordo com o site da Petros, o Plano Petros do Sistema Petrobras, criado em 1970, é um programa de benefícios patrocinado pela Petrobras e pela Petros para complementar a renda dos participantes durante a aposentadoria, em situação de risco, além de garantir pensão por morte para seus beneficiários.