Os resultados econômicos continuarão sendo a prioridade na execução da política de preços da Petrobras, de acordo com decisão do conselho de administração da companhia em reunião nesta quarta-feira (27), quando foi aprovada uma diretriz de formação de preços no mercado interno.
“A diretoria executiva deverá preservar e priorizar o resultado econômico da companhia, buscando maximizar sua geração de valor”, diz o comunicado, que acrescenta que a diretoria deverá praticar preços competitivos que reflitam o valor dos produtos no mercado.
Além disso, a diretriz determina uma maior supervisão da execução das políticas de preço pelos conselhos de administração e fiscal, por meio de reportes trimestrais da diretoria executiva sobre o tema.
O comunicado da estatal, porém, não deixa claro qual será o papel dos conselhos a partir deste reporte trimestral, uma vez que as decisões como a periodicidade e o percentual dos reajustes de preço continuam sendo de responsabilidade da diretoria executiva. É importante ressaltar que o governo tem a maioria do conselho fiscal e é quem indica boa parte do conselho de administração.
“Vale destacar que a referida aprovação não implica em mudança das atuais políticas de preço no mercado interno, alinhadas aos preços internacionais”, acrescenta o texto.
Depois do comunicado, as ações da Petrobras entraram em leilão. Por volta de 15h, os papéis preferenciais da estatal (PETR4) eram negociados em alta de 0,1%, a R$ 31,04, enquanto os ordinários (PETR3) caíam 0,12%, a R$ 33,75.
A petrolífera irá divulgar seus resultados do segundo trimestre nesta quinta-feira (28), após o fechamento do pregão.
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