A Petrobras (PETR4) informou na noite desta terça-feira (27) que deu início ao processo de contratação de estruturas que serão usadas como plataformas de produção e extração de petróleo nos campos de Atapu e Sépia, ambos localizados na Bacia de Campos e dedicados à exploração do pré-sal.
De acordo com comunicado ao mercado, a empresa prevê que as propostas sejam recebidas em julho de 2023, com o início da produção em 2028. As plataformas (P-84 e P-85) serão do tipo FPSO (Floating, Production, Storage and Offloading).
Ainda segundo o documento, as plataformas P-84 (Atapu) e P-85 (Sépia) terão, cada uma, capacidade de produção diária de 225 mil barris de óleo, totalizando 500 mil barris por dia, e processamento de 10 milhões de metros cúbicos de gás.
A Petrobras disse ainda que o projeto das plataformas, padronizado entre as duas unidades, tem a previsão de redução de 30% na intensidade de emissões de gases de efeito estufa por barril de óleo equivalente produzido.
Os campos de Atapu e Sépia são jazidas compartilhadas com o setor privado e foram arrematados na segunda rodada de licitação dos volumes excedentes da cessão onerosa.
Após a rodada, a Petrobras, operadora, passou a deter na jazida compartilhada de Atapu 65,7% de participação; a Shell, 16,7%; a TotalEnergies,15%; a Petrogal 1,7%; e a União, representada pela Pré-Sal Petróleo S.A. – PPSA, 0,9%.
Para a jazida compartilhada de Sépia, a composição tem a Petrobras (55,3%) como operadora, TotalEnergies (16,9%), Petronas Petróleo Brasil Ltda. (12,7%), QatarEnergy (12,7%), Petrogal (2,4%).
Em ambas as jazidas a Pré-Sal Petróleo S.A. – PPSA atua como gestora do contrato de partilha.
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