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Olhando para 2023, Itaú BBA recomenda investir em Banco do Brasil (BBAS3) e BTG (BPAC11)

Olhando para 2023, Itaú BBA recomenda investir em Banco do Brasil (BBAS3) e BTG (BPAC11)

Relatório do banco mostra que o interesse no Brasil é alto e o setor financeiro parece promissor

Agência do Banco do Brasil

Foto: Shutterstock

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Pensando em uma forma de fugir do aumento dos juros nos Estados Unidos e vislumbrando que o Brasil esteja iniciando um movimento de arrefecer as taxas, o Itaú BBA divulgou um relatório nesta quinta-feira (14) avaliando o cenário bancário brasileiro, indicando a compra dos papéis do Banco do Brasil (BBAS3) e do BTG Pactual (BPAC11).

Na visão do Itaú BBA, os nomes são os melhores para aproveitar um investimento no longo prazo, uma vez que “ambos têm múltiplos potenciais de alta e fortes perspectivas de ganhos, agora e no próximo ciclo econômico”.

O documento, elaborado após uma série de reuniões do Itaú BBA com investidores nos EUA, mostra que o interesse no Brasil é alto e o setor financeiro parece promissor. Os analistas Pedro Leduc, Mateus Raffaelli e William Barranjard, que assinam o relatório, afirmam ainda que, por mais que os grandes bancos ainda dominem as negociações, os investidores estrangeiros estão com um “apetite” para discutir nomes de crescimento.

O Banco do Brasil é a principal escolha do setor para o Itaú BBA. Para a instituição, o banco estatal deve apresentar resultados consistentes nos próximos trimestres, além de ter menos preocupação com a qualidade do crédito. “Esse nome também tem uma maior assimetria de valorização ascendente em um resultado eleitoral favorável ao mercado”, completa.

A discussão sobre eleição anima o Itaú BBA. Segundo o banco, há um sentimento de que, independente do vencedor da eleição presidencial, o ano que vem deve apresentar uma economia aquecida. “Isso significa um mercado de trabalho melhor em 2023, com queda da inflação e maior massa salarial real”.

É justamente nesse ponto que entra o BTG Pactual como uma escolha positiva para o Itaú BBA. Na avaliação da instituição, um cenário como esse mudaria os investimentos de value para growth, ou seja, os investidores vendem ações de empresas mais conservadoras — grandes bancos, e compram de outras mais expostas ao risco e de crescimento — bancos digitais e plataformas de pagamentos.

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