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Méliuz (CASH3) registra recorde de vendas no quarto trimestre, a R$ 1,7 bilhão

Méliuz (CASH3) registra recorde de vendas no quarto trimestre, a R$ 1,7 bilhão

Volume de vendas (GMV) teve crescimento anual de 77%

Meliuz foto divulgacao

Foto: Divulgação

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A Méliuz (CASH3) registrou crescimento anual de 77% no volume de vendas (GMV) do quarto trimestre, a R$ 1,7 bilhão, o que marca um novo recorde para a companhia. Os dados são da prévia operacional da empresa, divulgada na noite desta quinta-feira (27).

Com isso, a plataforma Méliuz, excluindo as demais empresas do grupo, fechou 2021 com volume de vendas de R$ 4,5 bilhões.

A base de usuários cresceu 1,6 milhão entre o terceiro e o quarto trimestre, alcançando 22,4 milhões. Em relação aos últimos três meses de 2020, o crescimento foi de 8,4 milhões.  O número de usuários ativos, por sua vez, terminou o período em 9,4 milhões, em linha com o trimestre anterior e em alta de 76% na comparação anual.

O ritmo de abertura de contas no quarto trimestre foi de 27 mil a cada dia útil, diz a empresa, uma desaceleração em relação às 30 mil novas contas por dia dos três meses anteriores.

Segundo a companhia, a desaceleração já era esperada, devido à priorização do cartão de crédito próprio, que será lançado em breve e já tem mais de 700 mil pessoas na lista de espera.

A companhia anunciou ainda o lançamento de um novo aplicativo em 31 de janeiro, com melhorias na integração do marketplace com a plataforma de serviços financeiros.

Até aqui, a empresa oferecia um cartão co-branded a seus clientes, que vem apresentando bons resultados. O volume total de pagamentos (TPV) alcançou R$ 947 milhões no quarto trimestre, alta trimestral de 4%, mesmo com a pausa em campanhas de marketing para o produto. Em 2021, o TPV foi de R$ 3,2 bilhões.

Como o mercado enxerga as ações

De acordo com dados da Refinitiv, disponíveis na plataforma TradeMap, cinco das sete casas de análise consultadas recomendam compra para a ação, que acumula queda de 8,95% desde o início do ano e de 35,4% nos últimos 12 meses. Apenas duas recomendam a manutenção da ação na carteira, enquanto nenhuma recomenda venda.

A mediana de preço-alvo dos analistas é de R$ 4,50, o que representa alta de 52,5% em relação ao preço do fechamento desta quinta-feira, de R$ 2,95 (alta de 0,34% no dia).

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