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JBS (JBSS3) foi favorecida com normalização de processados, mas BRF (BRFS3) nem tanto, diz BofA

JBS (JBSS3) foi favorecida com normalização de processados, mas BRF (BRFS3) nem tanto, diz BofA

Banco vê Seara, que é da JBS, liderando o mercado no segundo trimestre deste ano, e aposta que os papéis da empresa dobrem de valor

Celular com logo da JBS e site da empresa no fundo

Foto: Shutterstock

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Após uma normalização do mercado de processados no segundo trimestre do ano, que vinha sofrendo com uma estagnação de preços nos primeiros meses de 2022, no qual os frigoríficos não conseguiam repassar o aumento de custos, o BofA (Bank of America) vê a situação como positiva para o setor, já que pode indicar que há uma normalização da cadeia de suprimentos.

Em relatório distribuído ao mercado nesta sexta-feira (1), o banco de investimentos afirma que a Seara, que é da JBS (JBSS3), liderou o mercado de alimentos processados ​​no segundo trimestre.

Para os analistas Isabella Simonato e Guilherme Palhares, que assinam o relatório, a Seara liderou o mercado em termos de aumento de preços em categorias-chave, como presuntos e enchidos.

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“Assim, a diferença entre a Sadia, que é da BRF (BRFS3), e a Seara continuou diminuindo e agora vemos a segunda com um prêmio em relação ao seu concorrente em diferentes categorias”, diz o banco.

Um dos fatores para isso, de acordo com o BofA, foi a “consolidação dos preços mais baixos do milho no Brasil”, com a chegada da segunda safra ao mercado. “Isso pode ser uma notícia positiva para o setor nos próximos trimestres”, comentam os analistas.

Além disso, a instituição vê uma diminuição nos níveis de abate e pecuária, o que pode indicar uma normalização da cadeia de suprimentos após um primeiro trimestre difícil.

Diante de uma conjuntura mais favorável para os frigoríficos daqui para frente, o BofA recomenda compra dos papéis da JBS, com um preço-alvo de R$ 67, o que traria uma valorização de 111,22% em relação ao fechamento desta sexta-feira, de R$ 31,72.

Em relação à BRF, o banco tem recomendação neutra e vislumbra que cada ação seja negociada a R$ 18 ao fim de 2022. Dessa forma, o papel traria uma valorização de 26,05% em relação aos R$ 14,28 do fechamento de hoje.

 

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