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Inter (BIDI11) confirma que Ponta Sul reduziu posição, após ação cair 40% em um ano

Inter (BIDI11) confirma que Ponta Sul reduziu posição, após ação cair 40% em um ano

Fatia da gestora no banco passa de 11,79% para 7,37%

Foto de fachada de um prédio do Inter, com foco no logo

Foto: Divulgação

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Em comunicado ao mercado publicado na noite desta terça-feira, dia 11, o Banco Inter confirmou que a gestora Ponta Sul Investimentos, de Flávio Calp Gondim, conhecido como “monstro do Leblon”, reduziu a sua participação na empresa, após a ação cair cerca de 40% em um ano.

Com a redução, a fatia da gestora no capital total do Inter passou para 7,37%, de 11,79% anteriormente, segundo informações da B3.

De acordo com a gestora, “a alienação da participação acionária tem por objetivo a mera realização de operações financeiras” e “não tem objetivo de atingir qualquer participação acionária em particular”.

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Na semana passada, as units do Inter (BIDI11) chegaram a despencar por dois dias seguidos, em meio a rumores de que a Ponta Sul havia reduzido a sua posição, em um esforço para minimizar as perdas que vinha tendo com o banco.

Os investimentos em Inter do fundo FIA Ponta Sul IE, gerido pela Ponta Sul, acabaram pesando para que o fundo amargasse queda de 56% em 2021, tendo de acionar o stop loss na posição.

As ações do Inter têm sofrido desde meados do ano passado, acumulando desvalorização de 39,78% em um ano e de 11,52% em 2022. No fechamento desta terça-feira, o papel era cotado a R$ 25,28, alta de 3,44%.

Segundo dados compilados pelo Refinitiv, apresentados na plataforma do TradeMap, de oito analistas consultados, sete recomendam compra para o papel do Inter e um tem recomendação neutra. O preço-alvo médio é de R$ 60,50, potencial de alta de 143,76%.

inter

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