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Embraer (EMBR3): entregas de 2021 seguem abaixo do pré-pandemia, mas pedidos estão no maior nível desde 2018

Embraer (EMBR3): entregas de 2021 seguem abaixo do pré-pandemia, mas pedidos estão no maior nível desde 2018

Embraer também adiou, pela segunda vez, desenvolvimento de novo modelo do E175, que só deve entrar em operação a partir de 2027

Foto de aeronave da Embraer em frente a galpão da companhia, com logo

Foto: Divulgação / Embraer

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A Embraer (EMBR3) entregou 141 aeronaves em 2021, volume 8,5% maior em relação ao ano anterior, mas abaixo do observado em 2019, ano que antecedeu a pandemia do novo coronavírus, quando a empresa fez 198 entregas. Dos 141 jatos entregues em 2021, 48 eram comerciais e 93 eram executivos – sendo 62 leves e 31 médios.

No quarto trimestre do ano passado, a Embraer entregou 55 aviões, o que representa 22,5% a menos que no mesmo período de 2020 e uma queda de 32,0% em relação ao quarto trimestre de 2019.

Apesar da queda no volume de entregas, a carteira de pedidos firmes da Embraer atingiu US$ 17,0 bilhões no final do ano passado, valor mais alto desde o segundo trimestre de 2018, já considerando a redução da encomenda da Força Aérea Brasileira de 28 para 22 aeronaves KC-390 Millennium.

Por volta das 10h40 (de Brasília), as ações da Embraer caíam 1,93%, para R$ 18,79.

Pausa no desenvolvimento de avião

A Embraer divulgou também uma pausa de três anos no desenvolvimento do avião E175-E2, o que deve adiar a entrada em serviço da aeronave para o período entre 2027 e 2028.

O modelo faz parte da segunda geração de E-Jets da Embraer, lançada em junho de 2013 com a promessa de serem mais eficientes do ponto de vista de consumo de combustível, emissões de poluentes e custo de manutenção.

Fazem parte deste grupo, além do E175-E2, o E190-E2 e o E195-E2, que estão operando respectivamente desde abril de 2018 e setembro de 2019.

O desenvolvimento do E175-E2 já havia sido adiado uma vez, em abril do ano passado, quando a Embraer anunciou que havia postergado o início das operações do jato para 2024 por causa das dificuldades de operação trazidas pela Covid-19. Desta vez, a empresa informou que a reprogramação reflete as condições do mercado global da aviação comercial.

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