A Cielo (CIEL3) comunicou ao mercado nesta terça-feira (8) que celebrou um novo contrato com a Alelo. Desde 2007 as empresas atuam em parceria, e agora a gigante das maquininhas de pagamento deixará de fornecer o serviço de processamento de transações à Alelo — que rendeu à companhia uma receita de R$ 14 milhões em 2021.
A Alelo desenvolveu sua plataforma própria em 2020, e, com isso, tem internalizado esse procedimento e reduzindo o uso dos serviços da Cielo. As companhias estimam que essa migração seja finalizada no primeiro trimestre de 2022.
Para se ter uma ideia dessa redução, o montante que a Cielo faturou com esse serviço fornecido à Alelo em 2021 já representa menos da metade da receita atingida em 2020, de R$ 31 milhões. Apesar da exclusão do serviço, ainda há um valor restante para receber em 2022, segundo a Cielo.
E o que fica? Segundo a gigante de maquininhas, os serviços de rede, que compreendem a captura e transmissão de transações de pagamento realizadas com os cartões Alelo, continuarão em vigor.
“À medida em que os clientes da Alelo são migrados para sua plataforma de processamento, os serviços de rede relativos a suas transações continuam a ser prestados pela Cielo, no contexto do novo contrato, enquanto são descontinuados os serviços de processamento”, afirma a Cielo em nota.
A Cielo afirma que o novo contrato renderá receitas brutas anuais de R$ 37 milhões. A nova parceria entra em vigor imediatamente.