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De olho na transformação digital das finanças, Itaú (ITUB4) e Totvs (TOTS3) anunciam joint venture

De olho na transformação digital das finanças, Itaú (ITUB4) e Totvs (TOTS3) anunciam joint venture

Nova empresa tem como foco oferecer serviços financeiros a clientes corporativos

Foto de celular com ilustração de redes de conexão ao fundo

Foto: Shutterstock

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De olho na transformação digital e na evolução da indústria financeira, o Itaú Unibanco (ITUB4) e a Totvs (TOTS3) anunciaram a criação de uma joint venture que irá utilizar tecnologia para oferecer serviços financeiros personalizados a clientes corporativos.

De acordo com fato relevante publicado pelo Itaú Unibanco na noite desta terça-feira (12), a joint venture “terá como objetivo a distribuição e a ampliação de serviços financeiros integrados aos sistemas de gestão da Totvs, baseados em uso intensivo de dados, voltados para clientes empresariais e toda a sua cadeia de fornecedores, clientes e funcionários”.

O capital social da nova companhia que, por enquanto, está sendo chamada de TOTVS TECHFIN, será 50% detido pelo Itaú, que irá contribuir com o compromisso de financiar as operações atuais e futuras, e 50% pela Totvs, que entra com a tecnologia. Pela participação na techfin, o Itaú irá pagará R$ 610 milhões à vista e, a depender de metas de performance, poderá desembolsar até R$ 450 milhões depois de cinco anos. O banco também implementará sua expertise de crédito e ajudará no desenvolvimento de novos produtos.

“A parceria cria uma empresa que combinará tecnologia e soluções financeiras, somando as expertises complementares dos sócios para ofertar a clientes corporativos, de forma ágil e integrada, as melhores experiência de contratação de produtos diretamente nas plataformas já oferecidas pela Totvs”, diz o comunicado.

Além disso, a união de capacidades das duas empresas irá permitir explorar oportunidades de forma personalizada, para ser capaz de antecipar as necessidades dos clientes.

Vale ressaltar que a operação ainda precisa ser aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e pelo Banco Central.

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