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Com desvalorização de 50%, Burger King (BKBR3) pretende recomprar 6% das ações em circulação

Com desvalorização de 50%, Burger King (BKBR3) pretende recomprar 6% das ações em circulação

No ano passado, queda nas ações fez empresa cancelar compra da operação brasileira da Domino’s

Burger King Divulgação

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Depois de ter visto a sua cotação no mercado despencar em 2021, com uma desvalorização de mais de 50%, o Burger King Brasil  anunciou na noite desta quinta-feira, dia 6 de janeiro, que pretende recomprar 6% das ações que estão em circulação, o equivalente a 16 milhões de unidades.

Segundo o fato relevante, a companhia vai recomprar as ações a preços de mercado, em uma série de operações, nos momentos em que considerar mais conveniente. Nesta quarta, o papel do Burger King Brasil fechou o pregão em alta de 0,38%, a R$ 5,28.

Ainda de acordo com o comunicado, a companhia vai se valer das suas reservas de capital para recomprar as ações e, quando estiver em posse delas, pretende mantê-las em tesouraria. O objetivo, segundo a empresa, é “maximizar a geração de valor aos acionistas”.

O ano passado foi atribulado para o Burger King Brasil, que chegou a cancelar a aquisição da DP Brasil, responsável pela operação brasileira da rede de pizzarias Domino’s, devido à desvalorização de seus papéis.

No acordo, a Vinci Partners, controladora da DP, receberia 16,4% das ações da rede de fast food – o que deixou de ter o mesmo valor depois das perdas sucessivas do papel. Quando o acordo foi anunciado, no início de julho, a ação da BK valia R$ 11,92, contra R$ 5,28 no fechamento desta quinta-feira.

A transação, que criaria a maior companhia de food service do Brasil em número de lojas, não foi descartada, e pode acontecer no caso de uma melhora do mercado.

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