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Cielo (CIEL3): lucro cresce 13% no 4º trimestre e praticamente dobra em 2021

Cielo (CIEL3): lucro cresce 13% no 4º trimestre e praticamente dobra em 2021

Lucro líquido atingiu R$ 336,9 milhões nos últimos três meses de 2021 e R$ 970,5 milhões em todo o ano

A guerra das maquininhas parecia ter sido mais agressiva sobre a Cielo (CIEL3), mas a empresa se mexe para voltar ao protagonismo.

Foto: divulgação

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Líder do setor de maquininhas no Brasil, a Cielo registrou lucro líquido de R$ 336,9 milhões no quarto trimestre do ano passado, alta de 13% em relação a igual período do ano passado, o quinto aumento seguido nesse tipo de comparação, mostra balanço divulgado na noite desta quarta-feira (2) pela companhia.

Em comparação ao terceiro trimestre, o montante representa expansão ainda maior, de 59%.

Com o resultado dos últimos três meses de 2021, a Cielo encerrou o ano com lucro líquido de R$ 970,5 milhões, praticamente o dobro — ou aumento de 98% — do que havia registrado em 2020.

Entre outubro e dezembro, período marcado pelo aquecimento do consumo, a Cielo registrou R$ 208,3 bilhões em pagamentos feitos pelos consumidores das empresas que usam os serviços da líder do setor de maquininhas, alta de 9,3% em relação a igual intervalo do ano anterior e de 15,9% ante o valor registrado entre julho e setembro.

Em todo o ano de 2021, foram R$ 713,4 bilhões em volumes transacionados, crescimento de 10,8% em comparação ao resultado alcançado em 2020.

Com isso, a receita operacional líquida da Cielo somou R$ 3,141 bilhões no último trimestre do ano, expansão de 3,9% em comparação a igual período do ano anterior e de 4,4% sobre o número do terceiro trimestre. Em todo o ano de 2021, o faturamento atingiu R$ 11,6 bilhões, avanço de 4,5% ante 2020.

Segundo a empresa, o resultado do último trimestre de 2021 se beneficiou do crescimento dos volumes capturados, da expansão do negócio de antecipação de recebíveis bem como do melhor desempenho das subsidiárias, em especial a Cateno. “A expansão dos resultados ocorre mesmo em meio a um cenário desafiador para o resultado financeiro, impactado pelas elevações na taxa básica de juros (Selic)”, diz a companhia, no balanço.

Leia mais: Copom sobe Selic a 10,75% ao ano, e sinaliza redução do ritmo de altas

 

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