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Lucro da Ambev salta 125% em um ano, para R$ 2,76 bilhões

Lucro da Ambev salta 125% em um ano, para R$ 2,76 bilhões

Principais mercados da empresa de bebidas ampliaram suas compras nos três primeiros meses de 2021.

Cervejaria Ambev
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A Ambev (ABEV3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,76 bilhões no primeiro trimestre de 2021, de acordo com balanço financeiro divulgado na manhã desta quinta-feira, 06. 

O valor representa uma alta de 124,9% em relação ao mesmo período de 2020, quando o lucro foi R$ 1,23 bilhões. Com isso, o lucro por ação obtido no trimestre foi de R$ 0,17, ganho de 139,6%.

A empresa de bebidas justificou os ganhos pelo aumento no volume de vendas. Oito dos dez principais mercados da Ambev aumentaram suas compras em relação a 2020. 

O efeito foi bom para os números. A receita líquida da empresa, por exemplo, cresceu 32% entre janeiro e março quando comparado com o mesmo período do ano passado. O valor arrecadado em 2021 foi R$ 16,64 bilhões frente R$ 12,60 bilhões um ano atrás. 

Já o Ebitda ajustado, que é o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, avançou 26% no período. Com isso, o ganho foi de R$ 5,33 bilhões nos três primeiros meses de 2021. No mesmo período de 2020, o indicador foi de R$ 4,23 bilhões. 

Já a margem Ebitda retraiu em 110 pontos base, para 32%. Um ano atrás estava em 33,6%. 

Outros dados do relatório 

A Ambev destaca em seu relatório que, neste ano de 2021, a empresa estava mais preparada para lidar com os desafios relacionados à pandemia de Covid-19 e “os resultados nos deixam confiantes de que nossa estratégia está funcionando”.

O volume de vendas do primeiro trimestre reforça o otimismo da companhia. Foram R$ 43,53 bilhões comercializados em bebidas nos primeiros três meses do ano, uma alta de 11,6% na comparação anual. No quesito Cerveja Brasil, o volume vendido cresceu 16%, para R$ 21,55 bilhões. 

“Vimos o sucesso contínuo de nossas inovações, como a Brahma Duplo Malte, e o crescimento do segmento premium, principalmente de nossas marcas globais, que cresceram quase 20%”, apontou a empresa.

Na parte de bebidas não alcoólicas, o crescimento no trimestre foi de 0,8% (R$ 6,48 bilhões), puxado pela Sukita e o portfólio de energéticos da empresa. 

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