Nesta quinta-feira, 22, o dólar comercial entrou em sua sétima queda, sua maior sequência de baixas desde 2016, acumulando uma desvalolrização de 4,72%. No pregão, foi vendido a R$ 5,4515, recuo de 1,78%.
Este foi o seu menor patamar desde 24 de fevereiro, quando foi encerrado em R$ 5,4207, e sua maior baixa percentual diária desde 31 de março, quando atingiu –2,23%.
Na máxima intradiária, a moeda norte-americana chegou a ser negociada a R$ 5,5630. Na mínima, alcançou R$ 5,4410.
Veja a variação do dólar em 2021:
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Apesar do alívio trazido pelo andamento das negociações do Orçamento de 2021, o ajuste nos impostos proposto por Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, impulsionou a desvalorização de hoje.
A proposta é de subir a alíquota do imposto de renda para 39,6% para os cidadãos com maior poder aquisitivo.
As taxas sobre os ganhos de capital, atualmente de até 20%, também poderão ser elevadas a 39,6% para investidores que recebem acima de US$ 1 milhão.
De acordo com o presidente norte-americano, este plano ajudará a financiar os pacotes trilionários de estímulos já anunciados, os investimentos em creches e as novas medidas que devem ser anunciadas futuramente.
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