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BR Distribuidora lucra R$ 382 milhões no 2º trimestre, crescimento anual de 103,2%

BR Distribuidora lucra R$ 382 milhões no 2º trimestre, crescimento anual de 103,2%

Já no acumulado de janeiro a junho deste ano, o indicador da empresa soma R$ 874 milhões, ou seja, crescimento de 107,1%

BR Distribuidora
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A BR Distribuidora obteve um lucro líquido de R$ 382 milhões durante o segundo trimestre de 2021, o que representa um avanço de 103,2% sobre os meses de abril a junho do ano passado.

Por outro lado, em comparação ao trimestre imediatamente anterior, quando a companhia lucrou R$ 492 milhões, houve uma retração de 22,4%.

Já no acumulado de janeiro a junho deste ano, o indicador da empresa soma R$ 874 milhões, ou seja, crescimento de 107,1% frente ao 1º semestre de 2020, quando havia totalizado R$ 422 milhões.

Enquanto isso, o resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português) ajustado foi de R$ 1,018 bilhão, alta de 24,8% ante o segundo trimestre do ano passado e queda de 13,9% em relação aos três primeiros meses de 2021. A margem do indicador ficou em 3,5%, recuo de 2 p.p. e de 1 p.p., respectivamente.

“Este resultado mostra a continuidade da trajetória da BR em busca de novos patamares de eficiência, rentabilidade e agilidade, através do avanço em sua agenda de transformação organizacional ocorrida ao longo dos últimos trimestres”, destacou a companhia em seu release publicado na última terça-feira, 10, à noite.

Do início do ano até junho, o Ebitda acumula ganhos de R$ 2,2 bilhões, cifra 61,16% superior frente à reportada no mesmo período de 2020. Na época, a BR Distribuidora havia acumulado R$ 1,361 bilhão.

A receita líquida atingiu o patamar de R$ 29 bilhões, aumento de 95% em um ano e de 11,1% na base trimestral. No primeiro semestre, o avanço é de 52,9%, para um acúmulo de R$ 55,1 bilhões.

Durante o segundo trimestre, foi realizada a operação de follow on para a venda dos ativos detidos pela Petrobras na companhia de distribuição. Com a conclusão, a petroleira alienou toda sua participação de 37,5% no capital da BR, que agora se configura como uma “true corporation”.

“De um lado, o sucesso da oferta eliminou os riscos até então percebidos por parte do mercado com relação aos impactos que uma oferta de parcela significativa do capital poderia trazer aos preços das ações. Com a remoção desta componente, entendemos que as ações da companhia poderão refletir de forma mais direta a criação de valor decorrente das medidas que seguimos implantando”, ressaltou a empresa em nota.

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Foto: BR Distribuidora/Divulgação

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