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Bolsas internacionais sinalizam alta, à espera do payroll nos EUA

Bolsas internacionais sinalizam alta, à espera do payroll nos EUA

No Brasil, a agenda econômica reserva a divulgação dos nossos próprios indicadores, como o IGP-DI e as vendas do varejo.

Mulheres ainda são minoria na bolsa, foto de Nelson Almeida - AFP via Getty Images

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Nesta sexta-feira, 07, as bolsas asiáticas fecharam com resultados mistos, repercutindo o superávit da balança comercial chinesa de US$ 42,85 bilhões em abril, contra a previsão de US$ 28,2 bilhões dos analistas.

As exportações da China saltaram 32,3% em abril na comparação anual, ante a previsão 21%. Já as importações, cresceram 43,1%, acima da estimativa de uma alta de 40%.

A expectativa de uma retomada forte da economia chinesa puxaram os preços das commodities, especialmente o minério de ferro e o cobre.

Enquanto isso, as bolsas europeias abriram em alta e os futuros americanos vem no mesmo sentido.

Ontem, as atenções do mercado fixaram na fala do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em que afirmou o  desejo de ver uma taxa de imposto corporativo entre 25% e 28% para grandes empresas.

Além disso, o apoio dos EUA à quebra de patentes de vacinas contra a Covid-19, seguido pela União Europeia, mexeu com os papéis das empresas farmacêuticas. No entanto, a chanceler alemã, Angela Merkel, se opôs à medida, de nada está definido até o momento.

Na agenda econômica, o mercado espera às 9:30 a divulgação dos dados de emprego dos Estados Unidos (payroll), considerado um dos indicadores econômicos mais importante para mostrar como está a economia do país.

Cenário brasileiro

No Brasil, os investidores também aguardam os números do payroll americano, além de outros indicadores econômicos próprios do país. Os problemas políticos continuam no radar, com foco na CPI da Covid-19 e no desenrolar da reforma tributária.

A relação do Brasil com a China voltou a estremecer, após uma fala do presidente Bolsonaro na quarta-feira, 05, que desagradou o país chinês. Bolsonaro insinuou que o coronavírus teria sido criado em laboratório como arma de “uma guerra química”.

Em entrevista, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, disse que o seu país “se opõe firmemente” as tentativas de “politizar e estigmatizar” o vírus.  

Enquanto isso, à reforma tributária, foi novamente mencionada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, mas sem definição de quais serão os próximos passos.

Na agenda econômica do dia temos a divulgação do IGP-DI e das vendas no varejo. Já na agenda de resultados, os balanços são da Celesc e da M. Dias Branco.

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