AES Brasil apresenta lucro de R$ 27,5 milhões no 2º tri, queda de 76,9%

Por outro lado, a receita operacional líquida da companhia elétrica foi de R$ 561,4 milhões, aumento de 18,1% em comparação aos meses de abril a junho de 2020

AES Brasil foto divulgacao
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A AES Brasil obteve um lucro líquido de R$ 27,5 milhões durante o segundo trimestre de 2021, o que representa uma queda de 76,9% na comparação anual, resultando em uma margem líquida de 4,9%, recuo de 20,1 pontos porcentuais na mesma base comparativa.

Por outro lado, a receita operacional líquida da companhia elétrica foi de R$ 561,4 milhões, aumento de 18,1% em comparação aos meses de abril a junho de 2020.

No entanto, a margem operacional líquida totalizou R$ 353,2 milhões, representando uma redução de 2,6% ou R$ 9,2 milhões em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

Esse resultado, segundo a AES Brasil, pode ser explicado pela redução da margem hídrica devido à maior compra de energia no período, com um maior volume de compra de energia atrelado ao maior preço médio, sendo parcialmente compensado pelo aumento da margem eólica em razão da contribuição do Complexo Ventus e  Salinas e Mandacaru.

Já o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) foi de R$ 257 milhões, uma redução de 6,6% ante igual período do ano anterior.

A retração se deve aos maiores preços de energia no período, impactados tanto pelo maior volume quanto pelo preço médio de compra.

Esses efeitos refletem o cenário hídrico adverso, em especial na região SE/CO, onde a companhia opera suas usinas hidrelétricas. Ao fim de junho deste ano, o reservatório relativo da AES Tietê era de 43,2%, contra 59,1% em junho de 2020.

A companhia acabou encerrando o trimestre com uma dívida líquida R$ 4,729 bilhões, 76,2% maior que a reportada no mesmo trimestre do ano passado, enquanto a alavancagem, medida pela relação dívida por Ebitda, era de 2,14 vezes.

Vale comentar que, no dia 29 de março, ocorreu a efetivação da reestruturação societária, por meio de incorporação das ações de emissão da AES Tietê Energia por seu valor patrimonial pela AES Brasil Energia e emissão de novas ações ordinárias da AES Brasil.

Dessa forma, a AES Brasil passou a ser controladora da AES Tietê. A partir deste dia, a companhia passou a ser negociada no segmento de listagem Novo Mercado da B3, sob o ticker AESB3.

Enquanto isso, a AES Tietê deixou de ser negociada no Nível 2 da bolsa brasileira e passou a ser integralmente controlada pela AES Brasil.

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