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Mercado externo sinaliza dia morno nesta quarta; estímulos monetários por bancos centrais seguem no radar

Mercado externo sinaliza dia morno nesta quarta; estímulos monetários por bancos centrais seguem no radar

No Brasil, as tensões político-institucional continuam chamando atenção

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Foto: Pixabay

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As bolsas globais têm dia mais morno após atingirem suas máximas históricas, com os investidores à espera de um crescimento econômico mais lento e dúvidas quanto às reduções de estímulos por parte dos bancos centrais.

As ações asiáticas encerraram o pregão nesta quarta-feira, 8, sem tendências. O retorno da aversão ao risco se deve pelas dúvidas sobre os impactos da pandemia de Covid-19 na perspectiva de crescimento global.

No Japão, o índice Nikkei, em Tóquio, se destoou e subiu 0,89%, a 30.181,21 pontos, atingindo o maior patamar em quase seis meses, após revisão para cima do Produto Interno Bruto (PIB) entre abril e junho deste ano, ficando em 1,9%.

Enquanto isso, as bolsas europeias e os futuros americanos operam em baixa, com os investidores aguardando a decisão do Banco Central Europeu para a taxa de juros, que será divulgada amanhã (9).

Nos mercados de commodities, o petróleo apresenta alta e o minério de ferro está praticamente estável. Já o bitcoin registra forte queda após as recentes altas, em meio a problemas técnicos com a implementação de uma lei inédita que torna a criptomoeda legal no El Salvador.

No Brasil, o maior risco que vem chamando atenção no mercado são as tensões político-institucional, que se agravaram na véspera, após o discurso do presidente Jair Bolsonaro. Hoje devemos ver alguns pronunciamentos de representantes do STF quanto aos recentes acontecimentos. Além da fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Netos, deixando os investidores atentos para os próximos passos da autarquia monetária.

Agenda econômica

Para esta quarta, a agenda econômica reserva o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e o indicador de antecedente de emprego, ambos às 8h (horário de Brasília).

Nos Estados Unidos, será divulgada a criação de emprego, às 11h. Além disso, teremos também discursos de representantes do Federal Reserve durante o dia.

Na China, serão apresentados o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) e o Índice de Preços ao Produtor (PPI), às 22h30.

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