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Localiza irá emitir R$ 1,5 bilhão em debêntures

Localiza irá emitir R$ 1,5 bilhão em debêntures

A emissão de 1,5 milhão de debêntures será feita em série única

Localiza, foto divulgação

Foto: Localiza/Divulgação

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Localiza (RENT3) anunciou na última quarta-feira, 15, que seu conselho de administração aprovou a emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures, com valor nominal unitário de R$ 1 mil, no dia 05 de outubro deste ano.  

emissão será realizada em série única, para distribuição pública com esforços restritos de 1,5 milhão de debêntures simples, com vencimento em 05 de outubro de 2026. 

De acordo com o documento, os recursos obtidos serão destinados à recomposição de caixa da companhia. 

Recomendação de fusão 

Na semana passada, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) emitiu seu parecer referente à fusão da Localiza (RENT3) e da Unidas (LCAM3). 

O órgão recomendou a aprovação da fusão entre as companhias mediante “remédios estruturais e comportamentais”. 

Para a autarquia, o ato pode gerar grandes riscos para o ambiente competitivo no mercado de locação de veículos (RAC), com uma concentração de 70% após a fusão das empresas. 

Localiza (RENT3) anunciou na última quarta-feira, 15, que seu conselho de administração aprovou a emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures, com valor nominal unitário de R$ 1 mil, no dia 05 de outubro deste ano.  

emissão será realizada em série única, para distribuição pública com esforços restritos de 1,5 milhão de debêntures simples, com vencimento em 05 de outubro de 2026. 

Vale destacar que a negociação entre investidores qualificados só acontecerá após 90 dias contados de cada subscrição.  

De acordo com o documento, os recursos obtidos serão destinados à recomposição de caixa da companhia. 

Recomendação de fusão 

Na semana passada, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) emitiu seu parecer referente à fusão da Localiza (RENT3) e da Unidas (LCAM3). 

O órgão recomendou a aprovação da fusão entre as companhias mediante “remédios estruturais e comportamentais”. 

Para a autarquia, o ato pode gerar grandes riscos para o ambiente competitivo no mercado de locação de veículos (RAC), com uma concentração de 70% após a fusão das empresas. 

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