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B3 negocia primeiro ETF de crédito privado que replica carteira de títulos emitidos por companhias abertas

B3 negocia primeiro ETF de crédito privado que replica carteira de títulos emitidos por companhias abertas

DEBB11, gerido pelo BTG Pactual Asset Management, mantém exposição a mais de 80 debêntures indexados ao CDI

Pote transparente com moedas dentro e uma cédula provada em cima

Foto: Shutterstock

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O ETF Debêntures DI, primeiro fundo de crédito privado da Bolsa brasileira, estreou nesta terça-feira (28) com alta de 0,10%, a R$ 10,03.

Negociado pelo ticker DEBB11, o fundo é gerido pelo BTG Pactual Asset Management e está exposto a mais de 80 debêntures (títulos de crédito emitidos por instituições privadas) indexados ao CDI.

O DEB11 é formado por debêntures com emissão de no mínimo R$ 300 milhões, volume mensal de negociação acima de R$ 10 milhões e com ao menos 40% de participação em dias de negociações.

A carteira é composta por 90 ativos de 61 emissores diferentes. Segundo a B3, uma vez integrado ao DEBB11, os ativos devem ficar ao menos um ano na composição, “salvo em casos de eventos de crédito”. A carteira será rebalanceada uma vez ao mês.

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O DEBB11 é o oitavo ETF da B3 com foco em renda fixa. A Bolsa já contava com seis opções de títulos públicos e uma de contratos futuros.

Para Luis Kondic, diretor executivo de produtos listados e dados da B3, o fundo contribui para a diversificação de opções no mercado brasileiro. “Cada vez mais, o investidor consegue acessar de forma simples uma carteira diversificada de ativos, inclusive de debêntures.”

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