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Ânima (ANIM3) cria fundo de R$ 150 milhões para investir em startups de educação nos próximos 10 anos

Ânima (ANIM3) cria fundo de R$ 150 milhões para investir em startups de educação nos próximos 10 anos

Investimentos serão destinados a startups em estágio inicial

Ânima Educação - foto divulgação

Foto: Ânima Educação/Divulgação

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A Ânima (ANIM3), holding do setor educacional, comunicou na noite de segunda-feira (23) que vai lançar um fundo de R$ 150 milhões voltado para iniciativas educacionais.

O fundo Ânima Ventures, que estará ativo nos próximos dez anos, não vai investir apenas em edtechs, mas em startups de diferentes setores que permeiem o segmento de educação e busquem “soluções ágeis transformacionais”.

Os investimentos serão destinados a startups em estágio inicial, e a holding de educação também criará uma Venture Builder, ou seja, uma organização que oferece recursos intelectuais e operacionais, às startups.

A Ânima quer testar teses de investimentos e buscar empreendedores no mercado que pretendam começar do zero e queiram a empresa como sócia da ação.

De acordo com a companhia, a iniciativa é um complemento a diversas iniciativas de inovação que a companhia vem realizando. O fundo ficará sob gestão do atual CEO da HSM e da SingularityU Brazil, Reynaldo Gama, e de membros confundadores da empresa – Daniel Castanho, Marcelo Bueno e Maurício Escobar.

“O fundo permitirá a continuidade do propósito de transformar o Brasil pela educação, de maneira ainda mais dinâmica, olhando não somente o core business, mas tudo que contribua ao ecossistema”, afirmou a Ânima, em comunicado.

Outras empresas também estão investindo em startups

A ideia de investir em startups não é exclusiva da Ânima. Do mês passado pra cá, por exemplo, a B3 (B3SA3) e a Telefônica (VIVT3) anunciaram iniciativas semelhantes.

Focada na diversificação das operações, a Bolsa anunciou na semana passada a criação de um fundo com R$ 600 milhões para o investimento em startups. O L4 Venture Builder será responsável pela seleção de projetos que terão a participação societária da B3.

Já a Telefônica aprovou em abril a criação de um fundo de Corporate Venture Capital para investir em startups focadas nos segmentos de saúde, finanças, educação, entretenimento, casas inteligentes e marketplace. A empresa deseja acelerar o crescimento do ecossistema B2C (business-to-consumer, na sigla em ingles), ou seja, um tipo de comércio que acontece diretamente entre a empresa e o consumidor final.

O fundo será uma parceria com a Telefônica Open Innovation e vai se chamar Vivo Ventures (VV). A Telefônica prevê um aporte estimado de R$ 320 milhões.

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