Ibovespa fecha em queda pressionado pelas tensões no Oriente Médio
O Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira (13) em queda de 1,20%, aos 175.739 pontos, em uma sessão marcada pela escalada das tensões no Oriente Médio.
No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o país passará a controlar a segurança do Estreito de Ormuz e cobrará uma tarifa equivalente a 20% sobre as cargas transportadas pela rota, após Teerã manter restrições à navegação. A medida ampliou as preocupações com o abastecimento global de petróleo, impulsionando os preços da commodity e pressionando os mercados. Em resposta, o governo iraniano voltou a rejeitar qualquer interferência norte-americana e ameaçou retaliar novas ações militares, reforçando as incertezas sobre a oferta global de petróleo.
No cenário microeconômico, os papéis do setor bancário encerraram o pregão em queda. O Itaú Unibanco (ITUB4) liderou as perdas do segmento, com recuo de 1,76%, seguido pelo Banco do Brasil (BBAS3), que caiu 1,65%, e pelo Santander (SANB11), com baixa de 0,91%. O Bradesco (BBDC4) também encerrou o dia no campo negativo, com desvalorização de 0,48%.
No setor de petróleo, as ações encerraram o pregão em alta, acompanhando a forte valorização da commodity no mercado internacional. O petróleo disparou após o anúncio de novas medidas dos Estados Unidos envolvendo o Estreito de Ormuz, ampliando as preocupações com a oferta global de petróleo. Na Bolsa brasileira, os papéis da Petrobras avançaram, com as ações ordinárias (PETR3) subindo 3,44% e as preferenciais (PETR4) ganhando 2,55%. A Prio (PRIO3) registrou alta de 3,16%, enquanto a PetroReconcavo (RECV3) avançou 0,78%.
Entre as maiores altas do Ibovespa, destaque para Braskem (BRKM5), que avançou 4,68%, seguida por CSN Mineração (CMIN3), com valorização de 4,21%, e Petrobras (PETR3), que ganhou 3,44%. Também figuraram entre os destaques positivos Prio (PRIO3), com alta de 3,16%, Petrobras (PETR4), que subiu 2,55%, e Sid Nacional (CSNA3), com avanço de 1,16%.
Na ponta negativa, Auren (AURE3) liderou as perdas do índice, com recuo de 5,45%. Na sequência apareceram MRV (MRVE3), que caiu 5,39%, e WEG (WEGE3), com baixa de 4,56%. Também registraram desempenho negativo Cosan (CSNA3), que perdeu 4,18%, C&A (CEAB3), com queda de 3,65%, e Engie Brasil (EGIE3), que recuou 3,39%.
As listas das maiores altas e baixas da carteira do Ibovespa ficaram assim:
Altas
• Braskem (BRKM5): +4,68%
• CSN Mineração (CMIN3): +4,21%
• Petrobras (PETR3): +3,44%
• Prio (PRIO3): +3,16%
• Petrobras (PETR4): +2,55%
Baixas
• Auren (AURE3): -5,45%
• MRV (MRVE3): -5,39%
• WEG (WEGE3): -4,56%
• Cosan (CSAN3): -4,18%
• C&A Modas (CEAB3): -3,65%
Confira a evolução do IBOV no fechamento de hoje (13/07):
• Segunda-Feira (13): -1,20%
• Na semana: -1,20%
• Em julho: +2,16%
• No 3°tri./26: +2,16%
• Em 12 meses: +29,04%
• Em 2026: +9,07%
EUA
Os principais índices de Nova York encerraram o dia em queda:
• Dow Jones: -0,26%
• Nasdaq: -1,55%
• S&P 500: -0,79%
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