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Embraer (EMBR3) faz parceria com Rolls-Royce e Widerøe em busca de avião sustentável

Embraer (EMBR3) faz parceria com Rolls-Royce e Widerøe em busca de avião sustentável

Estudo cooperativo deve durar 12 meses e é voltado ao compartilhamento de conhecimento para o desenvolvimento de aeronaves regionais

Embraer divulgacao
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A Embraer (EMBR3) se uniu à britânica Rolls-Royce e à norueguesa Widerøe em um estudo para viabilizar um avião para voos regionais que seja ambientalmente sustentável. Entre as soluções que serão analisadas, estão aeronaves totalmente elétricas, com célula de combustível de hidrogênio ou aeronaves movidas a turbina a gás de hidrogênio.

A pesquisa colaborativa deve durar 12 meses. “As três empresas compartilharão seu conhecimento aprofundado de design de aeronaves, demanda de mercado, operações e soluções de propulsão, para desenvolver ainda mais a compreensão das tecnologias de emissão zero, seu amadurecimento e aplicação às futuras aeronaves regionais”, disse a Embraer em nota.

Segundo a companhia, os avanços nessa área podem tornar a energia limpa e renovável um facilitador para a aviação regional, que permitiria aos países usar a infraestrutura existente de forma mais sustentável.

Arjan Meijer, presidente da Embraer Aviação Comercial afirmou que “as inovações tecnológicas têm o potencial de permitir que a energia limpa e renovável impulsione uma nova era da aviação regional. O objetivo de nossa colaboração é criar soluções de voo que atendam segmentos de mercado de maneira verde”

Emissão zero até 2050

A Embraer está entre as empresas que assumiram compromisso de tentar neutralizar as emissões de gases causadores do efeito estufa na cadeia global de transporte aéreo até 2050. A medida faz parte de um compromisso mais amplo de governos em todo o mundo cujo objetivo é evitar que o aquecimento global se agrave.

A empresa apresentou no final do ano passado alguns projetos de aviões que funcionam de forma híbrida – com eletricidade e combustível – que poderiam ajudar a reduzir as emissões de gases-estufa pela metade até 2030, e de uma outra aeronave totalmente elétrica, sem emissões, que estaria pronta até 2035.

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