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Sequoia finaliza contrato para criar companhia com a Gigahub Serviços

Sequoia finaliza contrato para criar companhia com a Gigahub Serviços

Nova companhia reforça expansão da operação digital da Sequoia

Sequoia Divulgação

Foto: Sequoia/Divulgação

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A Sequoia Logística (SEQL3) comunicou nesta quarta-feira, 15, que concluiu o contrato para criação de nova companhia e outras avenças com a Gigahub Serviços.

A empresa fará um investimento de cerca de R$ 25 milhões, podendo chegar a R$ 36 milhões, para deter 51% do capital social da nova companhia, com aportes adicionais a serem realizados nos próximos meses, de acordo com o cumprimento de metas determinadas.

O objetivo da nova sociedade, controlada pela Sequoia, será prestar serviços de intermediação entre agentes de negócio pela modalidade de pick-up e drop-off, com disponibilização de pick-up e drop-off points (PUDOs) e a operacionalização dos serviços de entrega e devolução por meio dos referidos pontos.


A Sequoia já mapeou todas as localidades possíveis para expandir a operação – através de mais de 3 mil PUDOs distribuídos por todas as regiões do Brasil, tendo sido levados em consideração aspectos como tamanho da população, PIB, tamanho do mercado de e-commerce local e os sellers presentes na base da companhia

A parceria tem potencial de gerar uma das maiores redes de PUDOs do Brasil. No início, o foco será o atendimento a 400 municípios, em 26 estados. O negócio tem potencial de expansão para mais de 1000 municípios.

Com a nova sociedade, a Sequoia poderá ampliar sua capacidade de atendimento ao e-commerce, principalmente nos segmentos de micro, pequenos e médios vendedores.

A ação reforça o compromisso da companhia em realizar investimentos e expandir sua operação digital, conforme informado na abertura de capital.

No futuro, a companhia deverá buscar integração com com os serviços oferecidos pela Frenet – marketplace de fretes – e a plataforma para e-commerce SFx, de forma a proporcionar uma melhor experiência aos pequenos e micro sellers.

A transação não está sujeita à decisão da assembleia geral da companhia, nem ensejará direito de recesso dos acionistas.

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